Fauna em Foco Science

Claudia Gatta, Eugenio Luigi Iorio, Carla Genovese, Barbara Biancani, Alessandro Mores, Daniele La Monaca, Chiara Caterino, Luigi Avallone, Guillermo J. Sanchez-Contreras, Immaculata De Vivo, Francesca Ciani, Simona Tafuri · Animals · 2025

Assessing Bottlenose Dolphins’ ( Tursiops truncatus ) Health Status Through Functional Muscle Analysis, and Oxidative and Metabolic Stress Evaluation: A Preliminary Study

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

O estresse oxidativo (EO) ocorre quando há um desequilíbrio entre a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS) e as defesas antioxidantes do organismo, causando danos a lipídios, proteínas e DNA. Em mamíferos marinhos, a adaptação fisiológica às condições da vida aquática, como mergulhos prolongados e repetidos que resultam em ciclos de hipóxia seguidos por reperfusão, está associada ao aumento da produção de ROS. Este estudo examina a relação entre estresse oxidativo, estresse muscular e danos metabólicos no soro sanguíneo de onze golfinhos-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) cativos, seis machos e cinco fêmeas. Essa relação foi investigada por meio de marcadores de estresse oxidativo (d-ROMs, OXY e índice de estresse oxidativo, OSi) e pela medição de parâmetros bioquímicos, incluindo glicose (GLU), aspartato aminotransferase (AST), creatina quinase (CK) e lactato desidrogenase (LDH). Foi realizada correlação de Pearson por sexo, e os machos apresentaram níveis significativamente mais altos de pró-oxidantes do que as fêmeas, sugerindo um possível papel protetor dos hormônios femininos. Também foi observada uma correlação positiva entre pró-oxidantes e antioxidantes em relação à idade, já que golfinhos mais velhos produziram mais ROS, mas também exibiram maior capacidade antioxidante, provavelmente para compensar danos oxidativos. Os resultados não mostraram correlação significativa entre os parâmetros bioquímicos e os marcadores de estresse oxidativo. Entretanto, foi observada uma correlação moderadamente positiva entre LDH e capacidade antioxidante (OXY) (r = 0,458), sugerindo uma possível associação entre renovação tecidual e defesas antioxidantes. Os resultados indicam que os marcadores bioquímicos analisados não são bons preditores do estresse oxidativo em golfinhos-nariz-de-garrafa. Contudo, a correlação entre LDH e capacidade antioxidante sugere que a renovação tecidual pode afetar as defesas antioxidantes. Este é um estudo preliminar, e mais pesquisas são necessárias para esclarecer essas relações a fim de compreender melhor as adaptações fisiológicas em golfinhos e suas implicações para manejo, saúde e bem-estar.

Resumo original em inglês

Oxidative stress (OS) occurs when there is an imbalance between the production of reactive oxygen species (ROS) and the body’s antioxidant defenses, causing damage to lipids, proteins, and DNA. In marine mammals, physiological adaptation to aquatic life conditions, such as prolonged and repeated dives resulting in cycles of hypoxia followed by reperfusion, is associated with increased production of ROS. This study examines the relationship between oxidative stress, muscular stress, and metabolic damage in the blood serum of eleven captive bottlenose dolphins ( Tursiops truncatus ), six males and five females. This relationship is investigated using oxidative stress markers (d-ROMs, OXY, and Oxidative Stress index, OSi) and biochemical parameter measurements, including glucose (GLU), aspartate aminotransferase (AST), creatine kinase (CK), and lactate dehydrogenase (LDH). Pearson’s sex correlation was performed, and males exhibited significantly higher pro-oxidant levels than females, suggesting a potential protective role of female hormones. Also, a positive correlation between pro-oxidants and antioxidants has been observed in relation to age, as older dolphins produced more ROS but also exhibited higher antioxidant capacity, likely to compensate for oxidative damage. Results show no significant correlation between biochemical parameters and oxidative stress markers. However, a moderately positive correlation between LDH and antioxidant (OXY) capacity was observed (r = 0.458), suggesting a possible association between tissue turnover and antioxidant defenses. The results indicate that the biochemical markers analyzed are not strong predictors of oxidative stress in bottlenose dolphins. However, the correlation between LDH and antioxidant capacity suggests that tissue turnover may affect antioxidant defenses. This is a preliminary study, and further research is needed to clarify these relationships in order to better understand physiological adaptations in dolphins and their implications for management, health, and welfare.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3390/ani15091215. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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