Fauna em Foco Science

Stokes HJ, Hays GC, Stokes KL, Esteban N. · Ecology and evolution · 2025

Camera Traps: A Novel Method to Estimate Numbers of Nesting Sea Turtles.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Estimativas de abundância são difíceis de obter para muitos grupos animais, mas essenciais para o manejo e conservação de espécies ameaçadas. Para tartarugas marinhas, as estimativas são feitas a partir de contagens em terra de fêmeas nidificantes, pegadas e ninhos, mas isso é desafiador em locais remotos. Aqui, exploramos a aplicabilidade do uso de armadilhas fotográficas para monitorar e estimar pegadas de nidificação da tartaruga-verde (Chelonia mydas) em um local de nidificação no Oeste do Oceano Índico. Armadilhas fotográficas (n = 13) foram instaladas para fotografar diariamente as pegadas ao longo de uma praia de 2,8 km em Diego Garcia, Arquipélago de Chagos, em 2021 e 2022. Levantamentos a pé foram realizados em abril e maio de 2021 e agosto de 2022 (14, 13 e 20 dias, respectivamente). As contagens de pegadas foram comparadas entre ambos os métodos para validar o uso das câmeras. A partir dos levantamentos a pé, observamos um aumento nas contagens de pegadas próximo às marés mortas (média ± DP: 5,0 ± 4,0 pegadas por dia; n = 131 pegadas) em comparação às marés de sizígia (2,4 ± 1,8 pegadas por dia; n = 51 pegadas). A longevidade média das pegadas foi similar durante marés mortas (2,9 ± 2,0 dias; n = 39 pegadas) e marés de sizígia (2,7 ± 2,6 dias; n = 20 pegadas). A média diária de contagem de pegadas foi comparável durante marés mortas (armadilhas fotográficas: 7,3 ± 12,9 pegadas frente a levantamentos a pé: 5,0 ± 4,0 pegadas) e ao longo do ciclo das marés (armadilhas fotográficas: 5,5 ± 13,1 pegadas frente a levantamentos a pé: 3,9 ± 3,4 pegadas). Usando dados simulados, encontramos que a variabilidade na contagem de pegadas diminui seguindo uma relação de lei potência com o aumento da cobertura pelas câmeras. A disparidade nas contagens entre os métodos provavelmente diminuiria se a cobertura da praia aumentasse de 5% para 20%. As armadilhas fotográficas fornecem uma ferramenta complementar para preencher lacunas de dados em locais remotos que, de outra forma, teriam poucas ou nenhuma avaliação. Além disso, a maior cobertura temporal das câmeras pode ajudar a identificar alterações na fenologia da nidificação e tendências no número de ninhos.

Resumo original em inglês

Abundance estimates are difficult to obtain for many animal groups, yet essential for endangered species management and conservation. For sea turtles, estimates are made from ground counts of nesting females, tracks, and nests, but these are challenging at remote locations. Here we explore the applicability of using camera traps to monitor and estimate sea turtle nesting tracks at a green turtle ( Chelonia mydas ) rookery in the Western Indian Ocean.Camera traps ( n = 13) were deployed to photograph turtle tracks daily along a 2.8 km beach in Diego Garcia, Chagos Archipelago in 2021 and 2022. Foot patrol surveys were conducted in April and May 2021 and August 2022 (14, 13 and 20 days, respectively). Track counts were compared from both methods to validate the use of cameras.From foot patrol surveys, we observed an increase in track counts around neap tides (mean ± SD: 5.0 ± 4.0 tracks per day; n = 131 tracks) compared to spring tides (2.4 ± 1.8 tracks per day; n = 51 tracks). Mean track longevity was similar during neap (2.9 ± 2.0 days; n = 39 tracks) and spring tides (2.7 ± 2.6 days; n = 20 tracks). Mean daily track counts were comparable during neap tides (camera traps: 7.3 ± 12.9 tracks cf. patrols: 5.0 ± 4.0 tracks) and across the tidal cycle (camera traps: 5.5 ± 13.1 tracks cf. patrols: 3.9 ± 3.4 tracks). Using simulated data, we found track count variability decreased in a power-law relationship with increasing coverage by cameras. The disparity in track counts between methods would likely decrease if beach coverage increased from 5% to 20%.Camera traps provide a complementary tool to fill data gaps at remote sites that would otherwise have little to no assessments. Furthermore, the increased temporal coverage from cameras can help identify changes in nesting phenology and trends in nesting numbers.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1002/ece3.72138. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

Acompanhe este tema.
Crie uma conta gratuita e receba artigos novos sobre as espécies que você segue.