Characterisation of the Gastrointestinal Microbiome of Green Sea Turtles ( Chelonia mydas ): A Systematic Review
Resumo em português
O microbioma gastrointestinal das tartarugas marinhas é essencial para sua resiliência ecológica e adaptação a estressores ambientais. Hipotetizamos que perfis microbianos intestinais diferentes existiam entre tartarugas-verdes (Chelonia mydas) mantidas em cativeiro e aquelas em vida selvagem. O objetivo desta revisão sistemática foi determinar os filos bacterianos dominantes nos microbiomas intestinais de tartarugas-verdes selvagens e em cativeiro. A comparação dos quatro principais filos bacterianos revelou que Bacillota foi o filo mais abundante nas tartarugas em cativeiro (40,9–87,5%), mas ocupou apenas a segunda posição (3,5–57,8%) nas tartarugas selvagens. Bacteroidota apresentou abundância relativa comparável nas populações em cativeiro (8,7–45,6%) e selvagens (3,6–43,1%). Em contrapartida, a abundância relativa de Pseudomonadota foi maior nas tartarugas selvagens (6,2–68,1%) em comparação com a população em cativeiro (0,1–6,6%). Verrucomicrobiota foi menos prevalente nas populações selvagens e em cativeiro, com abundâncias relativas variando de 0,28 a 5,4% e de 2,3 a 7,2%, respectivamente. Essas descobertas destacam uma provável mudança no microbioma intestinal entre as populações de tartarugas-verdes selvagens e em cativeiro. Essa mudança pode ser determinada por variações nos fatores ambientais em cativeiro ou na natureza. Contudo, a significância dessas possíveis alterações ainda é desconhecida; o potencial de usar essas mudanças microbianas para direcionar manejo, reabilitação e conservação de tartarugas-verdes é promissor, mas permanece limitado.
Resumo original em inglês
The gut microbiome of sea turtles is essential for their ecological resilience and adaptation to environmental stressors. We hypothesised that different gut microbial profiles existed between green sea turtles kept in captivity and those in the wild. The aim of this systematic review was to determine dominant bacterial phyla in the gut microbiomes of wild and captive green sea turtles. Comparison of the top four bacterial phyla revealed that Bacillota was the most abundant phylum in captive turtles (40.9–87.5%), but it only ranked second (3.5–57.8%) in wild turtles. Bacteroidota had comparable relative abundance in captive (8.7–45.6%) and wild (3.6–43.1%) populations. By contrast, the relative abundance of Pseudomonadota was higher in wild turtles (6.2–68.1%) compared to the captive population (0.1–6.6%). Verrucomicrobiota was less prevalent in wild and captive populations, with relative abundances ranging from 0.28 to 5.4% and 2.3 to 7.2%, respectively. These findings highlight a putative gut microbial shift between wild and captive green sea turtle populations. This shift may be shaped by variations in environmental factors in captivity or the wild. Nonetheless, the significance of these putative changes is still unknown; the potential to use microbial shifts to guide management, rehabilitation, and conservation of green sea turtles is promising, but remains limited.
Espécies citadas
- Chelonia mydas · tartaruga-verde
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Nomes populares variam entre regiões e uma mesma palavra pode designar espécies diferentes. Confira sempre o nome científico: Chelonia mydas.
Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3390/ani15111594. Ler o artigo completo na fonte ↗
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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.
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