Fauna em Foco Science

Khotapat P, Maikaew U, Tipkantha W, Kaewkhunjob E, Kongmakee P, Saedan A, Mahadthai P, Sukmak M, Sripiboon S. · Animals : an open access journal from MDPI · 2025

Clinical Theileriosis in an Endangered Malayan Tapir Diagnosed Using a Molecular Technique with Successful Treatment and Recovery.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Uma fêmea de 12 anos de idade de tapir-malayo (Tapirus indicus) em cativeiro na Tailândia apresentou sinais clínicos incluindo depressão, anorexia, membranas mucosas pálidas, urina marrom-escura, fezes secas e infestação por carrapatos. A análise hematológica revelou anemia severa (hematócrito, PCV = 9%), e o exame do esfregaço sanguíneo sugeriu infecção por parasita sanguíneo, posteriormente confirmada como Theileria orientalis por PCR direcionado ao gene 18S rRNA e sequenciamento. O tratamento consistiu na administração de diminazene aceturato (2,5 mg/kg, IM, a cada 14 dias por três doses), transfusão de sangue total, terapia de fluidos e outros cuidados de suporte. Melhora clínica foi observada dentro de três dias após o tratamento, incluindo normalização da cor da urina e aumento progressivo do PCV. No dia 42, o PCV retornou ao normal (33%), sem complicações observadas decorrentes da medicação ou transfusão sanguínea. Triagem adicional por PCR visando o gene 18S rRNA de parasitas piroplasmídeos revelou prevalência aparente de 80% de infecção por Theileria entre os tapirs amostrados na mesma instalação, embora apenas um indivíduo apresentasse sinais clínicos. Esses achados indicam que a portação assintomática de T. orientalis pode ser observada em tapirs e que a doença clínica pode surgir sob condições de estresse ou imunocomprometimento. Dados os carrapatos presentes e o contato potencial com outras espécies suscetíveis em ambientes de zoológico, a vigilância rotineira e o controle preventivo de carrapatos são essenciais para mitigar os riscos de transmissão.

Resumo original em inglês

A 12-year-old female captive Malayan tapir ( Tapirus indicus ) in Thailand presented with clinical signs including depression, anorexia, pale mucous membrane, dark-brown urine, dry feces, and tick infestation. Hematological analysis revealed severe anemia (packed cell volume, PCV = 9%), and blood smear examination suggested blood parasite infection, which was subsequently confirmed as Theileria orientalis using PCR targeting the 18S rRNA gene and sequencing. Treatment consisted of the administration of diminazene aceturate (2.5 mg/kg, IM, q14days for three doses), whole-blood transfusion, fluid therapy, and other supportive care. Clinical improvement was observed within three days post-treatment, including normalization of urine color and a progressive increase in PCV. By Day 42, the PCV had returned to normal (33%), with no observed complications from the medication or blood transfusion. Further screening using PCR targeting the 18S rRNA gene of piroplasmid parasites revealed an 80% apparent prevalence of Theileria infection among sampled tapirs in the same facility, although only one individual exhibited clinical signs. These findings indicate that asymptomatic carriage of T. orientalis can be observed in tapirs and that clinical disease could emerge under stress or immunocompromised conditions. Given the presence of ticks and potential contact with other susceptible species in zoo settings, routine surveillance and preventive tick control are essential for mitigating transmission risks.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3390/ani15213131. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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