Fauna em Foco Science

Miranda K. Dziobak, Miranda K. Dziobak, Tita Curtin, Randall S. Wells, Ryan Takeshita, Cynthia R. Smith, Eric Zolman, Christina N. Toms, Christina N. Toms, Robyn F. Allen, Leslie B. Hart · Frontiers in Marine Science · 2025

Comparing phthalate exposure between bottlenose dolphins (Tursiops truncatus) residing in urban and rural environments

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
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Introdução: A exposição a ésteres ftalatos já foi documentada anteriormente em golfinhos-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) que habitam um estuário urbano (Baía de Sarasota, FL, EUA; 2010-2019). Os ftalatos são substâncias químicas comumente adicionadas a produtos plásticos e bens de consumo para melhorar características como flexibilidade, fragrância e estabilidade. O vazamento químico desses produtos para o ambiente marinho torna a vida selvagem vulnerável a prejuízos reprodutivos, de desenvolvimento e metabólicos. A exposição ambiental a ftalatos tem se mostrado variável em relação à atividade humana e à urbanização. Métodos: Para avaliar possíveis diferenças no risco de exposição dos golfinhos, foram coletadas amostras de urina de golfinhos-nariz-de-garrafa livres, residentes em um estuário urbano (Baía de Sarasota, FL, EUA; 2010-2024; n=71) e em um estuário rural (Baía de Barataria, LA, EUA; 2011-2023; n=45). As concentrações urinárias dos metabólitos de ftalato foram quantificadas por cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC; Agilent 1100; coluna analítica WatersXBridge BEH C18, 2,5 µm, 2,1x50 mm) acoplada a um espectrômetro de massa triplo quadrupolo (MS; Applied Biosystems Sciex API 4000) com interface de ionização por electrospray (ESI negativo). Resultados: A magnitude da detecção do MEHP não diferiu significativamente entre os locais de amostragem (p=0,97); porém, o MEHP foi detectado com maior frequência nos golfinhos da Baía de Sarasota (73,24%; n=52; IC 95%: 61,20-82,73) do que nos da Baía de Barataria (33,33%; n=15; IC 95%: 20,00-48,95). Golfinhos da Baía de Sarasota podem estar expostos a uma maior diversidade de ftalatos comparados aos golfinhos da Baía de Barataria, indicado por diferenças no perfil dos metabólitos de ftalato detectados. Discussão: Notadamente, os golfinhos da Baía de Barataria foram impactados pelo vazamento de petróleo do Deepwater Horizon, com evidências que sugerem desfechos negativos à saúde a longo prazo. Os efeitos desreguladores endócrinos dos ftalatos podem agravar disfunções metabólicas, reprodutivas ou imunológicas em golfinhos, especialmente os com saúde comprometida. A maior frequência de detecção de ftalatos em golfinhos da Baía de Sarasota sugere riscos aumentados de exposição urbana; contudo, a detecção em golfinhos da Baía de Barataria levanta preocupações para golfinhos em ecossistemas em recuperação. Pesquisas adicionais são necessárias para avaliar potenciais impactos sinérgicos de misturas químicas e estratégias de mitigação direcionadas em ambientes contaminados.

Resumo original em inglês

IntroductionExposure to phthalate esters has previously been documented in bottlenose dolphins (Tursiops truncatus) inhabiting an urban estuary (Sarasota Bay, FL, USA; 2010-2019). Phthalates are chemicals commonly added to plastic products and consumer goods to enhance qualities such as flexibility, fragrance, and stability. Chemical leaching from products into the marine environment leaves wildlife vulnerable to reproductive, developmental, and metabolic impairment. Environmental phthalate exposure has been shown to vary relative to human activity and urbanization.MethodsTo evaluate potential differences in dolphin exposure risk, urine was collected from free-ranging bottlenose dolphins residing in an urban (Sarasota Bay, FL, USA; 2010-2024; n=71) and rural estuary (Barataria Bay, LA, USA; 2011- 2023; n=45). Urinary phthalate metabolite concentrations were quantified with high-performance liquid chromatography (HPLC; Agilent 1100; WatersXBridge BEH C18, 2.5 μm, 2.1x50 mm analytical column) coupled to a triple quadrupole mass spectrometer (MS; Applied Biosystems Sciex API 4000) with an electrospray ionization (ESI negative) interface.ResultsThe magnitude of MEHP detection did not differ significantly between sampling sites (p=0.97); however, MEHP was detected more frequently in Sarasota Bay dolphins (73.24%; n=52; 95% CI: 61.20-82.73) than Barataria Bay dolphins (33.33%; n=15; 95% CI: 20.00-48.95%). Dolphins from Sarasota Bay may be exposed to a greater diversity of phthalates compared to Barataria Bay dolphins, indicated by differences in the detected phthalate metabolite profile.DiscussionNotably, dolphins from Barataria Bay were impacted by the Deepwater Horizon oil spill, with evidence suggesting long-term negative health outcomes. The endocrine-disrupting effects of phthalates could exacerbate metabolic, reproductive, or immune dysfunction in dolphins, especially those with compromised health. The higher phthalate detection frequency in Sarasota Bay dolphins suggests increased urban exposure risks; however, detection in dolphins from Barataria Bay raises concerns for dolphins in recovering ecosystems. Further research is needed to assess potential synergistic impacts of chemical mixtures, and targeted mitigation strategies in contaminated environments.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3389/fmars.2025.1554075. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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