Fauna em Foco Science

Mariana Passos Nunes, Alexia Gazzola Steiner, Fabiana Morse Gosson Jorge, Ivanio Teixeira Borba-Junior, Pedro Nacib Jorge-Neto, Fernanda Battistella Passos-Nunes, Cristiane Schilbach Pizzutto · Theriogenology Wild · 2025

Evaluation of the occurrence of inclusion cysts in the uterine serosa of capybaras (Hydrochoerus hydrochaeris)

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris), os maiores roedores do mundo, são prolíficas e vivem em grupos sociais estruturados. Essas características, combinadas com seu papel como hospedeiros da bactéria Rickettsia rickettsii, as tornam alvos-chave em estratégias de manejo reprodutivo, particularmente em áreas endêmicas da Febre Maculosa Brasileira (FMB). Este estudo avaliou 140 fêmeas de capivara submetidas à esterilização cirúrgica durante campanhas de manejo. Os achados incluem a identificação de cistos de inclusão na serosa uterina, observados em 100% dos indivíduos pluríparos e ausentes nos nulíparos. Os cistos exibiram características histológicas compatíveis com relatos em outras espécies, consistindo em uma camada de células cuboides e material eosinofílico amorfo. Hipóteses para sua formação incluem alterações linfáticas, retorno venoso prejudicado e contrações uterinas pós-parto. A presença de cistos na placenta e no cordão umbilical é inédita, sugerindo possível associação com fatores hormonais. Embora benignos, esses cistos merecem atenção para evitar diagnósticos equivocados. Conclui-se que a multiparidade é fator determinante na formação dos cistos em capivaras, enquanto indivíduos nulíparos saudáveis não apresentaram tais alterações. A ausência de estudos sobre cistos em capivaras ressalta a necessidade imperativa de continuar investigações para aprimorar o manejo populacional e compreender melhor os impactos clínicos desses achados.

Resumo original em inglês

Capybaras (Hydrochoerus hydrochaeris), the largest rodents in the world, are prolific and live in structured social groups. These characteristics, combined with their role as hosts for the bacterium Rickettsia rickettsii, make them key targets in reproductive management strategies, particularly in endemic areas of Brazilian Spotted Fever (BSF). This study evaluated 140 female capybaras subjected to surgical sterilization during management campaigns. Findings include the identification of inclusion cysts in the uterine serosa, observed in 100 % of pluriparous individuals and absent in nulliparous ones. The cysts displayed histological characteristics consistent with reports in other species, consisting of a layer of cuboidal cells and an amorphous eosinophilic material. Hypotheses for their formation include lymphatic alterations, impaired venous return, and postpartum uterine contractions. The presence of cysts in the placenta and umbilical cord is unprecedented, suggesting a potential association with hormonal factors. Although benign, these cysts warrant attention to avoid misdiagnoses. It is concluded that multiparity is a determining factor in the formation of cysts in capybaras, while healthy nulliparous individuals did not present such alterations. The absence of studies on cysts in capybaras underscores the imperative need to continue investigations to refine population management and better 29 understand the clinical impacts of these findings.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1016/j.therwi.2025.100134. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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