Fauna em Foco Science

Andres Romero-Caicedo, Paola Buitron-Lopez, Andres Tapia-Jaramillo, Simon J. McKinley, Edwin Castro-Briones, Gonzalo Sevilla-Cedeño, John Ronquillo-Garzon, Gabriel Maciel de Souza Vianna, Gabriel Maciel de Souza Vianna · Frontiers in Marine Science · 2025

Illegal artisanal longline use in the Galapagos Marine Reserve characterized through monitoring and control data

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

A pesca ilegal com espinhel na Reserva Marinha de Galápagos (RMG) representa um problema socioecológico com impacto significativo sobre espécies marinhas protegidas. Este estudo caracteriza o uso de espinheis ilegais na RMG ao combinar e analisar conjuntos de dados gerados por operações de monitoramento e controle da Direção do Parque Nacional Galápagos. Exploramos padrões temporais e espaciais das detecções de espinheis, identificamos as espécies impactadas e estimamos o grau de conformidade das embarcações associadas aos espinheis. O número de espinheis detectados variou entre os anos, mas não foi evidente um padrão sazonal claro. Os táxons de espécies mais frequentemente capturados foram tubarões e raias, incluindo o tubarão-martelo (Sphyrna lewini), criticamente ameaçado, e as arraias-manta (Mobula birostris), em perigo. Também foram capturados o albatroz-de-soberania (Phoebastria irrorata), criticamente ameaçado, bem como a tartaruga-verde (Chelonia mydas). A pesca com espinhel ocorreu com frequência no cânion submarino ao sul da Ilha Isabela, no monte submarino a leste da Ilha Santa Cruz e nas águas entre as Ilhas Pinzón, Isabela e Santiago, áreas de alta produtividade primária e zonas de pesca populares. Espinheis também foram frequentemente registrados próximos às Ilhas Darwin e Wolf, um ponto crítico regional para a conservação de tubarões. As embarcações infratoras associadas aos espinheis representaram 17% da frota artesanal que visa espécies pelágicas e foram responsáveis por aproximadamente 30% das capturas de peixes pelágicos desembarcadas. Notavelmente, 80% das viagens de pesca das embarcações infratoras com registro de espinheis não tiveram desembarque de pesca associado. Essas embarcações tiveram seus Sistemas Automáticos de Identificação (AIS) desativados em 69% das viagens de pesca em que espinheis ilegais foram registrados, apesar do uso ser obrigatório por lei. Esses achados fornecem dados básicos para auxiliar os gestores da RMG a melhorar a alocação dos esforços de fiscalização e ressaltam a importância de fortalecer a vigilância e a aplicação da lei para mitigar as atividades de pesca ilegal.

Resumo original em inglês

Illegal longline fishing in the Galapagos Marine Reserve (GMR) represents a socioecological issue with significant impact on protected marine species. This study characterizes the use of illegal longlines in the GMR by combining and analyzing datasets generated from monitoring and control operations by the Galapagos National Park Directorate. We explored temporal and spatial patterns of longline detections, identified impacted species, and estimated compliance of vessels associated with longlines. The number of longlines detected varied across years but no clear seasonal pattern was evident. The most frequently captured species taxa were sharks and rays, including critically endangered scalloped hammerheads (Sphyrna lewini) and endangered manta rays (Mobula birostris). The critically endangered waved albatrosses (Phoebastria irrorata), as well as green turtles (Chelonia mydas), were also captured. Longline fishing occurred frequently in the submarine canyon south of Isabela Island, the seamount east of Santa Cruz Island, and waters between Pinzon, Isabela, and Santiago Islands, which are areas of high primary productivity and popular fishing grounds. Longlines were also frequently recorded near Darwin and Wolf Islands, a regionally-important hotspot for shark conservation. Offending vessels associated with longlines represented 17% of the artisanal fleet targeting pelagic fish species and were responsible for approximately 30% of pelagic fish landings. Notably, 80% of the fishing trips by the offending vessels when longlines were recorded had no associated fisheries landing recorded. Offending vessels had their Automatic Identification Systems (AIS) deactivated, in 69% of the fishing trips when illegal longlines were recorded, despite their use being mandatory by law. These findings provide baseline data to assist managers of the GMR to improve enforcement effort allocation and underscore the importance of strengthening surveillance and enforcement efforts to mitigate illegal fishing activities.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3389/fmars.2025.1636476. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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