Fauna em Foco Science

Hannah J. Myers, Daniel W. Olsen, Brenda H. Konar, Amy Whitney, Kortney Birch, Peter Dugan, Franz J. Mueter, Regina A. Guazzo, Lara A. Horstmann, Craig O. Matkin · Scientific Reports · 2025

Killer whale call detection rates vary among subspecies and populations in the North Pacific

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Resumo Orcas (Orcinus orca) no Pacífico Norte divergiram em subespécies com dietas, estruturas sociais e comportamentos vocais distintos. Compreender a taxa com que orcas de diferentes subespécies vocalizam oferece insights sobre sua comunicação com conspecíficos, bem como sobre os fatores ambientais que moldam os padrões de vocalização. Estimar a taxa de vocalização de uma população também pode possibilitar a estimativa do número de animais presentes por meio acústico. Utilizamos dialetos de orca, registros de fotoidentificação a longo prazo e dados acústicos autônomos durante o ano todo em múltiplas localidades para estimar as taxas de detecção de chamadas durante episódios vocais para três populações de orca, sendo uma residente (que se alimenta de peixes) e duas transientes (que se alimentam de mamíferos). Focamos nas taxas de detecção de chamadas, ou seja, o número de chamadas detectadas em vez do número real produzido, a fim de aproveitar esse grande conjunto de dados autônomos para investigar a influência de fatores espaço-temporais e sociais em muitas observações. Modelos aditivos mistos generalizados mostraram que a taxa de detecção de chamadas para orcas residentes do sul do Alasca foi consistente entre locais, estações, qual grupo social (pod) estava vocalizando e a presença de outros pods. As taxas de detecção de chamadas de orcas transientes do Golfo do Alasca diferiram entre locais. Detectamos menos chamadas discretas, porém mais espaçadas, dos transientes AT1 em comparação aos transientes do Golfo do Alasca, e a taxa média de detecção das chamadas do AT1 foi estável frente a fatores espaço-temporais. Embora transientes vocalizem com menor frequência que residentes, constatamos que, uma vez vocalizando, o fazem em uma taxa mais elevada. Essas taxas de detecção de chamadas fornecem novos insights sobre o comportamento vocal das orcas e podem apoiar a estimativa passiva do tamanho de grupos dessas populações.

Resumo original em inglês

Abstract Killer whales (Orcinus orca) in the North Pacific have diverged into subspecies with distinct diets, social structures, and vocal behaviors. Understanding the rate at which killer whales of different subspecies vocalize provides insight into their communication with conspecifics as well as the environmental factors shaping vocalization patterns. Estimating a population’s calling rate can also enable the number of animals present to be estimated acoustically. We used killer whale dialects, long-term photo-identification records, and year-round autonomous acoustic data across multiple locations to estimate call detection rates during vocal bouts for three killer whale populations, one resident (fish-eating) and two transient (mammal-eating). We focused on call detection rates, or the number of calls detected rather than the true number produced, in order to capitalize on this large autonomous dataset to investigate the influence of spatiotemporal and social factors across many observations. Generalized additive mixed models showed that the call detection rate for southern Alaska resident killer whales was consistent across locations, seasons, which pod was calling, and the presence of other pods. Gulf of Alaska transient killer whale call detection rates differed across locations. We detected fewer, more tightly spaced discrete calls from AT1 transients than from Gulf of Alaska transients, and the mean AT1 call detection rate was stable across spatiotemporal factors. Although transients call less often than residents, we found that once vocalizing, they did so at a higher rate. These call detection rates provide novel insight into killer whale vocal behavior and can support passive acoustic group size estimation for these populations.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1038/s41598-025-06041-6. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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