Fauna em Foco Science

Maribel Recharte, Phyllis C. Lee, Sarah‐Jane Vick, Mark Bowler · Ecology and Evolution · 2025

Polling the Public to Select Flagship Species for Tourism and Conservation—A ‘Big Five’ for the Peruvian Amazon?

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

RESUMO Espécies emblemáticas são usadas para promover a conservação e o turismo. Os famosos “Big Five” da África se tornaram símbolos de marketing que captadores de recursos e promotores turísticos emulam globalmente. Espécies podem ser selecionadas sistematicamente para o marketing utilizando características como cor, tamanho ou comportamento, mas essa abordagem pode negligenciar animais únicos ou homogeneizar as seleções. Alternativamente, ouvir a opinião do público pode revelar diretamente as preferências existentes por animais. Utilizamos questionários com turistas na Amazônia peruana para identificar os vieses existentes para as espécies e classificá-las quanto à adequação para o marketing turístico e de conservação. As consultas revelaram várias espécies que não seriam consideradas boas candidatas a emblemáticas usando métodos sistemáticos baseados em características das espécies. Em “listas livres”, turistas expressaram preferências em níveis taxonômicos inconsistentes. A resposta “macacos” (infraordem Simiiformes) teve a maior classificação, seguida por “onça-pintada” (Panthera onca), “boto” (Inia geoffrensis), “preguiças” (subordem Folivora), e “jacaré” (subfamília Caimaninae) e “aves” (classe Aves). Ao classificar a partir de uma lista pré-selecionada, onça-pintada, boto e preguiças (representada por Bradypus variegatus) continuaram populares, enquanto a divisão de votos dentro de níveis taxonômicos superiores, em particular macacos, abriu espaço para arara-vermelha (Ara chloropterus) e anaconda (Eunectes murinus). Quando questionados sobre sua disposição para pagar por excursões ou doar para conservação, os turistas foram amplamente mais propensos a citar valores maiores para onças-pintadas do que para qualquer outra espécie, mas os resultados para as outras espécies foram mais homogêneos. Alguns grupos taxonômicos populares são diversos na Amazônia; até 14 espécies de macacos podem estar presentes em alguns locais amazônicos, junto com várias centenas de espécies de aves. Uma estratégia Big five ofusca essa diversidade. Usar características físicas como critérios de seleção minimiza a diversidade e ignora táxons populares — notadamente as preguiças para a Amazônia. Uma estratégia de consulta pública para selecionar espécies populares como emblemáticas identifica de forma mais direta as espécies salientes para o marketing e considera de modo eficiente os vieses existentes. Entretanto, a diversidade prevalecerá sobre uma abordagem Big five em áreas megadiversas.

Resumo original em inglês

ABSTRACT Flagship species are used to promote conservation and tourism. Africa's famous ‘Big five’ have become marketing flagships that fundraisers and tourism promoters emulate globally. Species can be selected systematically for marketing using characteristics such as colour, size or behaviour, but this approach can overlook unique animals or homogenise selections. Alternatively, polling the public can reveal existing preferences for animals directly. We used questionnaires with tourists in the Peruvian Amazon to identify existing biases for species and rank them for suitability for tourism and conservation marketing. Polling revealed several species that would not be considered good flagship candidates using systematic methods based on species characteristics. ‘Free listing’ tourists expressed preferences at inconsistent taxonomic levels. The response ‘monkeys’ (infraorder Simiiformes) was highest ranked, followed by ‘jaguar’ (Panthera onca), ‘Amazon dolphin’ (Inia geoffrensis), ‘sloths’ (suborder Folivora), and ‘caiman’ (subfamily Caimaninae) and ‘birds’ (class Aves). When ranking from a preselected shortlist, jaguar, Amazon dolphins and sloths (represented by Bradypus variegatus) remained popular, while vote splitting within higher taxonomic levels, in particular monkeys, made room for green‐winged macaw (Ara chloropterus) and anaconda (Eunectes murinus). When asked about their willingness to pay for excursions or donate to conservation, tourists were overwhelmingly more likely to quote larger figures for jaguars than any other species, but results for other species were more homogenous. Some popular taxonomic groups are diverse in Amazonia; up to 14 monkey species may be present at some sites Amazonia, alongside several hundred bird species. A Big five strategy obscures this diversity. Using physical characteristics as selection criteria underplays diversity and overlooks popular taxa—notably sloths for the Amazon. A strategy of polling the public to select popular species as flagships more directly identifies salient species for marketing and efficiently considers existing biases. However, diversity will trump a Big five approach in megadiverse areas.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1002/ece3.70983. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

Acompanhe este tema.
Crie uma conta gratuita e receba artigos novos sobre as espécies que você segue.