Fauna em Foco Science

Falco S, Rodilla M, Crespo-Picazo JL, García-Párraga D, Gairin I, Prado P. · Animals : an open access journal from MDPI · 2025

Predation by Native Mediterranean Species on the Invasive Blue Crab: Experimental Evidence from the Common Octopus and the Loggerhead Sea Turtle.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

A rápida expansão do siri-azul (Callinectes sapidus) invasor nos ecossistemas costeiros do Mediterrâneo apresenta desafios ecológicos e socioeconômicos, destacando a necessidade de explorar mecanismos naturais de controle. Conduzimos experimentos controlados em aquários para avaliar a preferência funcional por tamanho e as taxas de alimentação de dois predadores nativos do Mediterrâneo: o polvo-comum (Octopus vulgaris) e a tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta). Foram realizados dois conjuntos de experimentos: (1) experimentos de preferência por tamanho, nos quais predadores individuais receberam simultaneamente siris de diferentes tamanhos; e (2) experimentos de alimentação ad libitum para estimar as taxas diárias de consumo. Os polvos consumiram apenas a biomassa de tecidos moles (BTM, ~54% da biomassa total do siri), atingindo taxas máximas de ingestão de 454 ± 71 gWW·d⁻¹ em indivíduos adultos. As tartarugas ingeriram siris inteiros, incluindo o exoesqueleto, com taxas máximas de consumo total de até 815 ± 592 gWW·d⁻¹ da biomassa total (BT) em adultos. Polvos subadultos apresentaram tempos de manejo mais curtos para siris pequenos, embora nenhum dos predadores tenha demonstrado preferência significativa por tamanho. Nossos achados indicam que ambos os predadores podem consumir quantidades substanciais de biomassa do siri-azul, mas o Octopus vulgaris — devido à sua maior eficiência alimentar e abundância ecológica — pode desempenhar um papel mais proeminente como agente natural de biocontrole. Esses resultados fornecem insights valiosos para estratégias integradas de manejo visando mitigar o impacto ecológico de Callinectes sapidus no Mediterrâneo.

Resumo original em inglês

The rapid spread of the invasive blue crab ( Callinectes sapidus ) in Mediterranean coastal ecosystems poses ecological and socio-economic challenges, highlighting the need to explore natural control mechanisms. We conducted controlled aquarium experiments to assess the functional size preference and feeding rates of two native Mediterranean predators: the common octopus ( Octopus vulgaris ) and the loggerhead sea turtle ( Caretta caretta ). Two sets of trials were performed: (1) size preference experiments, in which individual predators were simultaneously offered crabs of varying sizes; and (2) ad libitum feeding experiments to estimate daily consumption rates. Octopuses consumed only the soft tissues biomass (STB, ~54% of total crab biomass), reaching maximum intake rates of 454 ± 71 gWW·d -1 in adult individuals. Sea turtles ingested whole crabs, including the exoskeleton, with total consumption rates up to 815 ± 592 gWW·d -1 of total biomass (TB) in adults. Subadult octopuses exhibited shorter handling times for small crabs, although neither predator showed a statistically significant size preference. Our findings indicate that both predators can consume substantial amounts of blue crab biomass, but O. vulgaris -due to its higher feeding efficiency and ecological abundance-might play a more prominent role as a natural biocontrol agent. These results provide valuable insights for integrated management strategies aimed at mitigating the ecological impact of C. sapidus in the Mediterranean.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3390/ani15243566. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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