SARS-CoV-2 Serological Surveillance of Both Vaccinated and Unvaccinated Zoo Animals with the Identification of a Sloth Bear and a Tapir with Previous Infection.
Resumo em português
Desde sua descoberta em 2019, o SARS-CoV-2 tem sido detectado tanto em humanos quanto em animais ao redor do mundo. Atualmente, há poucas pesquisas focadas na vigilância sorológica da vida selvagem sob cuidados humanos. Aqui, testamos 230 amostras de soro de 134 animais de duas instituições zoológicas coletadas entre 2015 e 2024. Para avaliar a exposição prévia e as respostas de anticorpos decorrentes de infecção natural ou vacinação, utilizamos três ensaios sorológicos: um ELISA baseado na proteína nucleocapsídeo (N-ELISA), um teste de neutralização viral substituto (sVNT) para a proteína spike (S) e um ensaio de neutralização com partículas virais pseudotipadas por S. Entre as 114 amostras coletadas de 58 animais no Fort Wayne Zoo em Indiana, 37 amostras de 20 animais vacinados foram positivas no sVNT, e 2 desses animais positivos tiveram 2 amostras anteriores à vacinação que testaram positivas pelo N-ELISA. Das 116 amostras de 76 animais no Brookfield Zoo em Illinois, 20 amostras de 20 animais foram positivas no sVNT, e 19 dos animais positivos haviam sido vacinados. Entre essas 20 amostras sVNT-positivas, apenas uma amostra de um anta sul-americana e uma amostra de um urso-preguiça foram positivas antes da vacinação pelo N-ELISA, marcando os primeiros casos documentados de exposição ao SARS-CoV-2 em ambas as espécies. Ensaios de neutralização com vírus pseudotipados por S revelaram que algumas amostras sVNT-positivas apresentam forte atividade contra o pseudovírus WH1-S, mas demonstraram neutralização significativamente reduzida contra o pseudovírus Omicron LP.8.1-S. Esses resultados ressaltam a necessidade de vacinas atualizadas adaptadas às variantes emergentes. No geral, nossos achados destacam a importância da vigilância sorológica contínua em múltiplas espécies para detectar novas exposições ao SARS-CoV-2 e monitorar a imunidade induzida por vacinas em populações animais em cativeiro.
Resumo original em inglês
Since its discovery in 2019, SARS-CoV-2 has continued to be detected in both humans and animals worldwide. Currently there is limited research focusing on serological surveillance of wildlife under human care. Here we tested 230 serum samples of 134 animals from two zoological institutions collected between 2015 and 2024. To assess prior exposure and antibody responses from natural infection or vaccination, we used three serological assays: a nucleocapsid protein-based ELISA (N-ELISA), a surrogate virus neutralization test (sVNT) for spike (S) protein and a neutralization assay with S-pseudotyped viral particles. Among the 114 samples collected from 58 animals at Fort Wayne Zoo in Indiana, 37 samples from 20 vaccinated animals were sVNT-positive, and 2 of the positive animals had 2 samples prior to vaccination that tested positive by N-ELISA. Of the 116 samples from 76 animals at Brookfield Zoo in Illinois, 20 samples of 20 animals were sVNT-positive, and 19 of the positive animals had been vaccinated. Among these 20 sVNT-positive samples, only one sample from a South American Tapir was positive from prior to vaccination and 1 sample from a sloth bear was also positive by N-ELISA, marking the first documented cases of SARS-CoV-2 exposure in both species. Neutralization assays with S-pseudotyped virus revealed that some of the sVNT-positive samples have strong activity against the WH1-S pseudovirus but showed significantly reduced neutralization against the Omicron LP.8.1-S pseudovirus. These results underscore the need for updated vaccines tailored to emerging variants. Overall, our findings highlight the importance of continued serological surveillance across multiple species to detect new SARS-CoV-2 exposures and monitor vaccine-induced immunity in captive animal populations.
Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3390/v17111459. Ler o artigo completo na fonte ↗
O texto completo do artigo permanece na fonte.
Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.
Crie uma conta gratuita e receba artigos novos sobre as espécies que você segue.