Fauna em Foco Science

Brittany C. Visona‐Kelly, Lance G. Barrett‐Lennard · Ecology and Evolution · 2025

The Foe You Know: Observations of Interspecific Interactions Between Small Cetaceans and Northern Resident Killer Whales (Orcinus orca) in the Northeast Pacific

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

RESUMO Documentamos as primeiras observações aéreas de interações interespecíficas entre orcas residentes do norte, que se alimentam de peixes (Orcinus orca), e duas espécies de cetáceos pequenos, boto-de-dall (Phocoenoides dalli) e golfinho-de-flancos-brancos-do-Pacífico (Lagenorhynchus obliquidens), na região nordeste da Ilha de Vancouver, BC, Canadá. Especificamente, utilizamos dados coletados com drones para comparar as observações de botos e golfinhos interagindo com orcas residentes do norte, a fim de compreender os fatores que podem favorecer essas interações interespecíficas. De 2018 a 2021, 42 interações foram registradas oportunisticamente, envolvendo boto-de-dall (19%), golfinho-de-flancos-brancos-do-Pacífico (74%) e ambas as espécies (7%) aproximando-se de grupos de orcas residentes do norte que estavam viajando, circulando, socializando e descansando. O tamanho médio dos grupos de orcas durante as interações com golfinhos (média de 8 orcas) e botos (média de 3 orcas) foi significativamente diferente. Botos interagiram apenas com grupos pequenos (n ≤ 5) de orcas, enquanto golfinhos interagiram com grupos maiores (n ≥ 25). Isso sugere que a probabilidade de interação de cada espécie é influenciada pelo tamanho do grupo de orcas. Contudo, a composição etária e sexual dos grupos de orcas, assim como o número de cetáceos pequenos presentes, não teve efeito significativo nos padrões de interação. Além disso, nunca observamos orcas iniciando as interações. Discutimos vários benefícios adaptativos, incluindo vantagens antipredatórias, alimentares, hidrodinâmicas e sociais para golfinhos e botos que podem motivar essas interações observadas. Os benefícios aparentam ser predominantemente focados na antipredação e específicos para cada espécie, com ambas possivelmente também se beneficiando de uma maior eficiência hidrodinâmica durante a natação. Embora oportunísticas, nossas observações fornecem relatos detalhados de interações não predatórias entre espécies de cetáceos pequenos e orcas residentes do norte. Estudos futuros focados nos fatores que levam à formação de grupos mistos no Pacífico Norte são necessários, e sugerimos o uso de drones como plataforma para coleta de dados.

Resumo original em inglês

ABSTRACT We documented the first aerial observations of interspecific interactions of fish‐eating, northern resident killer whales (Orcinus orca) with two small cetacean species, Dall's porpoises (Phocoenoides dalli) and Pacific white‐sided dolphins (Lagenorhynchus obliquidens), off northeastern Vancouver Island, BC, Canada. Specifically, we used drone‐collected data to compare observations of porpoises and dolphins interacting with northern resident killer whales to understand factors which may promote interspecific interactions. From 2018 to 2021, 42 interactions were opportunistically recorded of Dall's porpoises (19%), Pacific white‐sided dolphins (74%), and both species (7%) approaching groups of traveling, milling, socializing, and resting northern resident killer whales. The mean group size of killer whales during interactions with dolphins (an average of 8 killer whales) and porpoises (an average of 3 killer whales) was significantly different. Porpoises interacted only with small groups (n ≤ 5) of killer whales, while dolphins interacted with larger groups (n ≥ 25). This suggests that the likelihood of interaction by each species is influenced by killer whale group size. However, the age and sex composition of killer whale groups, as well as the number of small cetaceans present, were found to have no significant effect on interaction patterns. Additionally, we never observed killer whales initiating interactions. We discuss several adaptive benefits, including antipredator, foraging, hydrodynamic, and social advantages, to dolphins and porpoises that may drive the observed interactions. The benefits of interactions appeared to be predominantly antipredator‐focused and species‐specific, with both species possibly also benefiting from increased hydrodynamic efficiency while swimming. While opportunistic, our observations provide detailed accounts of non‐predatory interactions between small cetacean species and northern resident killer whales. Future studies focusing on the drivers of mixed‐species group formation in the North Pacific are needed, and we suggest that these utilize drones as a platform for data collection.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1002/ece3.71444. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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