Fauna em Foco Science

Oriol Giralt Paradell, Ashley Bennison, Meike Scheidat, Mick Mackey, Helder Araújo, Steve C.V. Geelhoed, Dimitar Popov, Patricia Breen, Mark Jessopp, Ana Cañadas, Emer Rogan · Ecological Indicators · 2025

The times they are a changin’: Temporal patterns in small cetacean abundance in the northeast Atlantic

Resumo em português

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Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Conservar espécies marinhas de forma eficaz requer conhecimento espacial e temporalmente explícito de sua abundância e distribuição para avaliar impactos potenciais (por exemplo, capturas incidentais na pesca, som antropogênico, colisões com embarcações) em diferentes escalas espaciais e temporais. Utilizamos levantamentos aéreos e amostragem por distância para estimar a abundância de sete espécies de pequenas cetáceos frequentemente encontradas no Atlântico Nordeste e examinar variações sazonais e interanuais. Cinco levantamentos foram realizados na ZEE irlandesa no verão de 2016, 2021 e 2022, e no inverno de 2016–2017 e 2022–2023. Variações sazonais e anuais na abundância foram observadas entre as espécies. O boto-comum (Phocoena phocoena) apresentou uma diminuição constante na abundância, com estimativas variando de 38.260 (CV: 23,7) indivíduos no verão de 2016 a 6.604 (CV: 40,8) no inverno de 2022–2023. De forma semelhante, os golfinhos-nariz-de-garrafa variaram de um número sem precedentes de 212.646 (CV: 15,5) indivíduos no inverno de 2016–2017 para 11.328 (CV: 42,4) no verão de 2021. Em contraste, os golfinhos-comuns aumentaram de 13.192 (CV: 75,2) indivíduos no inverno de 2016–2017 para 594.293 (CV: 28,2) no verão de 2021. Outras espécies, como golfinhos-de-Risso, golfinhos-brancos-do-Atlântico, golfinhos-brancos-de-focinho e golfinhos-listados foram observadas de forma mais esporádica e em menor número. O declínio recente na abundância do boto-comum é preocupante e merece investigação adicional. Os resultados fornecem a primeira medida da variabilidade sazonal e interanual da abundância, possivelmente refletindo padrões de movimento em larga escala e mudanças populacionais, e possibilitam a avaliação sazonal dos potenciais impactos antropogênicos.

Resumo original em inglês

Conserving marine species effectively requires spatially and temporally explicit knowledge of their abundance and distribution for assessing potential impacts (e.g., from fishery bycatch, anthropogenic sound, ship strikes) over different spatial and temporal scales. We used aerial surveys and distance sampling to estimate abundance of seven frequently encountered small cetacean species in the northeast Atlantic and examine seasonal and interannual variations. Five surveys were carried out over the Irish EEZ in summer 2016, 2021 and 2022 and winter 2016–2017 and 2022–2023. Seasonal and annual variations in abundance were seen across species. Harbour porpoise showed a steady decrease in abundance, with estimates ranging from 38,260 (CV: 23.7) individuals in summer 2016 to 6,604 (CV: 40.8) in winter 2022–2023. Similarly, bottlenose dolphin numbers ranged from an unprecedented 212,646 (CV: 15.5) individuals in the winter of 2016–2017 to 11,328 (CV: 42.4) in summer 2021. In contrast, common dolphins increased from 13,192 (CV: 75.2) individuals in winter 2016–2017 to 594,293 (CV: 28.2) in summer 2021. Other species, such as Risso’s, Atlantic white-sided, white-beaked and striped dolphins were seen more sporadically and in lower numbers. The recent decline in harbour porpoise abundance is concerning and merits further investigation. Results provide the first measure of seasonal and interannual variability in abundance, possibly reflecting large scale movement patterns and population change and allow for the seasonal assessment of potential anthropogenic impacts.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1016/j.ecolind.2025.114467. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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