Fauna em Foco Science

Nelmarie Landrau-Giovannetti, Ryanne Murray, Stephen Reichley, Debra Moore, Theresa Madrigal, Ashli Brown, Ashley Meredith, Christina Childers, Darrell Sparks, Moby Solangi, Anna Linhoss, Beth Peterman, Mark Lawrence, Barbara L. F. Kaplan · Toxics · 2025

Tissue Element Levels and Heavy Metal Burdens in Bottlenose Dolphins That Stranded in the Mississippi Sound Surrounding the 2019 Unusual Mortality Event

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Em 2019, um evento incomum de mortalidade (EIM) afetou golfinhos-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) no Mississippi Sound (MSS), após uma abertura prolongada dupla da Bonnet Carré Spillway (BCS), que previne inundações em New Orleans. Isso resultou em baixa salinidade, lesões na pele e desequilíbrios eletrolíticos nos golfinhos. Além disso, o afluxo provavelmente alterou a composição química ambiental do MSS, incluindo níveis de metais pesados e metalóides; assim, quantificamos metais pesados, metalóides e elementos essenciais nos tecidos dos golfinhos que encalharam no MSS antes e depois do EIM de 2019. Hipotetizamos que os níveis de metais pesados e metalóides (como mercúrio (Hg), arsênico (As), chumbo (Pb) e cádmio (Cd)) não apresentariam mudanças significativas após o EIM. De fato, não encontramos mudanças significativas associadas ao EIM na maioria dos metais; os níveis de sódio (Na) e magnésio (Mg) foram mais baixos em vários tecidos após 2019, o que se correlacionou com a salinidade média anual medida no MSS. Metais e metalóides tóxicos foram detectáveis com algumas variações ao longo do tempo; entretanto, a razão molar selênio (Se):Hg aumentou em alguns tecidos após 2019. Adicionalmente, confirmamos que o Hg pode bioacumular, com correlações positivas entre os níveis de Hg e o tamanho dos golfinhos avaliado pelo comprimento linear. De forma geral, nossos resultados indicam que incursões de água doce no MSS podem alterar a exposição dos golfinhos a elementos essenciais e tóxicos.

Resumo original em inglês

In 2019, an unusual mortality event (UME) affected bottlenose dolphins ( Tursiops truncatus ) in the Mississippi Sound (MSS) following an extended dual opening of the Bonnet Carré Spillway (BCS), which prevents flooding in New Orleans. This resulted in low salinity, skin lesions, and electrolyte imbalances in dolphins. Additionally, the influx likely altered the MSS’s environmental chemical composition, including levels of heavy metals and metalloids; thus, we quantified heavy metals, metalloids, and essential elements in the tissues of dolphins that stranded in the MSS before and after the 2019 UME. We hypothesized that levels of heavy metals and metalloids (such as mercury (Hg), arsenic (As), lead (Pb), and cadmium (Cd)) would not show significant changes post-UME. Indeed, we found no major changes associated with the UME in most metals; sodium (Na) and magnesium (Mg) levels were lower in several tissues after 2019, which correlated with the average yearly salinity measured from the MSS. Toxic metals and metalloids were detectable with some changes over time; however, the selenium (Se):Hg molar ratio increased in some tissues post-2019. Additionally, we confirmed that Hg can bioaccumulate, with positive correlations between Hg levels and dolphin size as assessed by straight length. Overall, our findings indicate that freshwater incursions into the MSS can alter dolphin exposure to essential and toxic elements.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3390/toxics13060511. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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