Fauna em Foco Science

Hennig MM, Alves LGM, Rocha MNA, Silva VLB, Rosa BM, Ferraz RHDS, Corrêa SHR, Braga ÉM, Pacheco RC. · Pathogens (Basel, Switzerland) · 2025

Unraveling the Diversity of Haemosporidians in Brazilian Non-Passerine Birds: Insights from Midwestern Brazil.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Os haemosporídeos aviários têm sido amplamente estudados por fornecerem importantes informações sobre a distribuição e diversidade de parasitas. No entanto, a maioria dos dados disponíveis provém de passeriformes, resultando em lacunas em relação a outros grupos de aves, principalmente devido à dificuldade de amostragem de não-passeriformes em ambientes naturais. Assim, objetivamos detectar infecções causadas por Plasmodium spp. e Haemoproteus spp. por meio de análises moleculares e morfológicas de amostras de sangue de aves não-passeriformes no Centro-Oeste do Brasil. Avaliamos 344 indivíduos de 60 espécies em 16 ordens de não-passeriformes. Dentre eles, 18,89% (n = 65) estavam infectados por haemosporídeos. As análises moleculares identificaram quatro espécies de Plasmodium: P. nucleophilum, detectada em ampla variedade de espécies hospedeiras; P. juxtanucleare, detectada em Gallus gallus; P. paranucleophilum, encontrada infectando Rupornis magnirostris; e P. elongatum em Mustelirallus albicollis. Adicionalmente, uma linhagem de Plasmodium não descrita foi detectada em Nycticorax nycticorax. Também identificamos quatro novas linhagens de Haemoproteus infectando Patagioenas picazuro, Asio clamator, Athene cunicularia e Tyto furcata. Além disso, o haplótipo previamente descrito em Mycteria americana foi detectado novamente nesse hospedeiro. Ao revelar novas linhagens e ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade de parasitas, este estudo ressalta a importância dos hospedeiros não-passeriformes e a necessidade de pesquisas adicionais sobre suas relações evolutivas e hospedeiro-parasita.

Resumo original em inglês

Avian haemosporidians have been widely studied because they provide important insights into parasite distribution and diversity. However, most available data come from passerines, resulting in gaps regarding other bird groups, primarily due to the difficulty of sampling non-passerines in natural environments. Thus, we aimed to detect infections caused by Plasmodium spp. and Haemoproteus spp. through molecular and morphological analyses of blood samples from non-passerine birds in Midwestern Brazil. We evaluated 344 individuals from 60 species across 16 non-passerine orders. Among them, 18.89% ( n = 65) were infected with haemosporidians. Molecular analyses identified four Plasmodium species: P. nucleophilum , which was detected in a broad range of host species; P. juxtanucleare , detected in Gallus gallus ; P. paranucleophilum , found to infect Rupornis magnirostris ; and P. elongatum in Mustelirallus albicollis . Additionally, an undescribed Plasmodium lineage was detected in Nycticorax nycticorax . We also identified four new Haemoproteus lineages infecting Patagioenas picazuro , Asio clamator , Athene cunicularia , and Tyto furcata . Additionally, the haplotype previously described in Mycteria americana was detected once more in this host. By revealing new lineages and expanding knowledge of parasite biodiversity, this study underscores the importance of non-passerine hosts and the need for further research on their evolutionary and host-parasite relationships.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3390/pathogens14121286. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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