Fauna em Foco Science

Yehle KE, Melica V, Brauner CJ, Thornton SJ. · Conservation physiology · 2025

Within-sample variability of steroid and thyroid metabolite measurements in faeces of Northeast Pacific resident killer whales (<i>Orcinus orca</i>).

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Análises de metabólitos hormonais fecais (FHF) são cada vez mais usadas como um método não invasivo para avaliar o estresse fisiológico em populações selvagens, especialmente aquelas sob preocupação com a conservação. Em cetáceos, a coleta fecal na superfície do oceano resulta em variação considerável no volume e densidade da amostra. O conhecimento sobre a distribuição dos metabólitos hormonais dentro de uma amostra fecal é limitado, mas é uma consideração importante na interpretação dos valores. Neste estudo, investigamos a variabilidade dos metabólitos de glucocorticoide (fGCM) e tireoide (fTHM) em fezes de Orcinus orca residentes, que se alimentam de peixes, comparando a concentração média, desvio padrão (DP) e coeficiente de variação (CV) entre três grupos de tratamento: subamostras, subamostras agrupadas e subamostras agrupadas e homogeneizadas provenientes do mesmo evento de defecação. Não foi encontrada diferença significativa na concentração média de fGCM e fTHM entre os grupos de tratamento. O DP médio para fGCM foi significativamente maior em subamostras do que nos grupos agrupados e homogeneizados (P < 0,05), enquanto as diferenças no DP médio de fTHM não foram significativas entre os grupos. No geral, o CV das medidas de FHF foi reduzido para menos de 15% e 10%, respectivamente, ao agrupar e homogeneizar as subamostras antes da análise. Encontramos alta correlação de fGCM e fTHM entre todos os tratamentos, sugerindo que os valores das subamostras foram geralmente representativos da amostra fecal total. Esses achados auxiliam na orientação de métodos para o processamento de amostras fecais de cetáceos e na interpretação dos dados de FHF associados.

Resumo original em inglês

Faecal hormone metabolite (FHM) analyses are increasingly used as a non-invasive method to evaluate physiological stress in wild populations, especially those of conservation concern. In cetaceans, faecal collection from the ocean surface results in considerable variation in sample volume and density. Knowledge of the distribution of hormone metabolites within a faecal sample is limited, but is an important consideration when interpreting values. Here we investigated the variability of glucocorticoid (fGCM) and thyroid (fTHM) metabolites within fish-eating resident killer whale faeces by comparing mean concentration, standard deviation (SD) and coefficient of variation (CV) among three treatment groups: sub-samples, pooled sub-samples and homogenized pooled sub-samples from the same defecation event. No significant difference was found in the mean concentration of fGCM and fTHM across treatment groups. The mean SD for fGCM was significantly higher in sub-samples than in pooled and homogenized treatment groups ( P < 0.05), while differences in the mean SD of fTHM were not significant among treatment groups. Overall, the CV of FHM measurements was reduced to less than 15% and 10%, respectively, by pooling and homogenizing the sub-samples prior to analysis. We found high correlation in fGCM and fTHM across all treatments, suggesting that values from sub-samples were generally representative of the overall faecal sample. These findings help guide methods for processing cetacean faecal samples and interpreting associated FHM data.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1093/conphys/coaf070. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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