Fauna em Foco Science

Douglas M. Scheidt, Jane A. Provancha, Eric D. Stolen, David R. Breininger, Resa A. Cancro, Russell H. Lowers, Eric A. Reyier, Bonnie J. Ahr · Frontiers in Marine Science · 2026

A multi-decadal aerial survey reveals patterns in manatee abundance and response to seagrass die-offs

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Os peixes-bois das américas (Trichechus manatus latirostris) na Flórida enfrentam desafios causados pela alteração humana das paisagens e vias navegáveis. A eutrofização costeira aumentou a frequência e intensidade de florescimentos algais na Laguna do Rio Índico (IRL), promovendo a mortalidade de ervas marinhas em áreas que antes forneciam alimentação constante para os peixes-bois. Por décadas, as aglomerações mais densas de peixes-bois na Flórida, fora de locais de águas quentes no inverno, ocorriam no norte do Rio Banana (NBR) no Kennedy Space Center. Historicamente, a vizinha Lagoa do Mosquito (ML) apresentava números baixos. A partir de 2011, vários florescimentos algais catastróficos causaram a morte de quase 60% da extensão territorial de todas as ervas marinhas da IRL. Os impactos mais severos ocorreram no Rio Índico e no Rio Banana, com menores impactos na ML. Este estudo avaliou décadas de dados de levantamento aéreo de peixes-bois usando modelos estatísticos para identificar os fatores ambientais e temporais que influenciam a abundância, comportamento e uso de habitat dos peixes-bois no NBR (1990–2024) e ML (2016–2024). Usando um modelo hierárquico bayesiano, avaliamos como as contagens de peixes-bois foram afetadas por sazonalidade, clareza da água e tendências populacionais costeiras. A abundância de peixes-bois foi avaliada em quatro períodos distintos de mortalidade de ervas marinhas na IRL: Pré-Mortalidade, Mortalidade Inicial (2011-2015), Mortalidade Secundária (2016-2022) e Pós-Mortalidade (2023-2024). A abundância de peixes-bois no NBR aumentou até a Mortalidade Inicial e depois declinou acentuadamente até atingir níveis históricos baixos em 2019. A partir de 2016, apenas a ML manteve alta cobertura de ervas marinhas e um aumento notável nas contagens indicou que as aglomerações se deslocaram para a ML. A análise de Árvores de Regressão Potencializadas indicou que os dois principais preditores da abundância foram os períodos de mortalidade das ervas marinhas e a estação do ano. A análise otimizada de pontos quentes da distribuição espacial dos peixes-bois no NBR foi comparada à distribuição das ervas marinhas e revelou que durante o período Pré-Mortalidade, os pontos quentes ocorreram ao longo de áreas de descanso em águas profundas adjacentes às ervas marinhas. A partir da Mortalidade Inicial, os pontos quentes deslocaram-se para águas cada vez mais rasas, presumivelmente para acessar os bancos de ervas marinhas que recuavam. A proporção de filhotes observados também declinou dramaticamente após o período de Mortalidade Inicial. Esses achados demonstram que os peixes-bois se agregam em áreas tradicionais com extrema fidelidade, mas precisam deslocar-se para “outros pastos” durante mortalidades localizadas das ervas marinhas. Mudanças futuras decorrentes da degradação do habitat exigirão melhores práticas e manejo adaptativo para proteger os peixes-bois.

Resumo original em inglês

Florida manatees (Trichechus manatus latirostris) are challenged by human alteration of landscapes and waterways. Coastal eutrophication has increased the frequency and intensity of Indian River Lagoon (IRL) algal blooms, promoting seagrass die-offs in areas that once consistently provided manatee forage. For decades the densest aggregations of manatees in Florida, outside of warm-water sites in winter, occurred in the northern Banana River (NBR) at Kennedy Space Center. Historically, the nearby Mosquito Lagoon (ML) had low numbers. Beginning in 2011, several catastrophic algal blooms caused the die-off of nearly 60% of the areal extent of all IRL seagrasses. Most severe impacts were in the Indian River and Banana River with lesser impacts in ML. This study evaluated several decades of manatee aerial survey data using statistical models to identify the environmental and temporal factors influencing manatee abundance, behavior and habitat use in the NBR (1990–2024) and ML (2016–2024). Using a Bayesian hierarchical model, we evaluated how manatee counts were affected by season, water clarity, and coastwide trends in manatee population size. Manatee abundance was evaluated across four distinct IRL seagrass Die-Off periods: Pre-Die-Off, Initial Die-Off (2011-2015), Secondary Die-Off (2016-2022), and Post-Die-Off (2023-2024). NBR manatee abundance increased well into the Initial Die-Off and then declined sharply until reaching historic lows in 2019. Beginning in 2016, only the ML maintained high seagrass coverage and a notable surge in manatee counts indicated aggregations shifted to ML. The Boosted Regression Tree Analysis top two predictors of abundance were seagrass Die-Offs periods and season. Optimized Hotspot Analysis of NBR manatee spatial distribution was compared to seagrass distribution and revealed that during the Pre-Die-Off, manatee hotspots occurred along deep-water resting areas adjacent to seagrass. Starting in the Initial Die-Off, manatee hotspots shifted toward ever shallower waters presumably to access the receding seagrass beds. The proportion of calves observed also declined dramatically after the Initial Die-Off period. These findings demonstrate that manatees aggregate in traditional areas with extreme fidelity but need to shift to “other pastures” during localized seagrass die-offs. Future shifts from habitat degradation will require best practices and adaptive management to safeguard manatees.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3389/fmars.2026.1725777. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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