Fauna em Foco Science

Ryanne Murray, Ryanne Murray, Beth Peterman, Beth Peterman, Kaylin McNulty, Kaylin McNulty, Debra Moore, Debra Moore, Jill Hudnall, Jill Hudnall, Ashley Meredith, Erika Womack-Peoples, Erika Womack-Peoples, Theresa Madrigal, Moby Solangi, Mark L. Lawrence, Mark L. Lawrence, Barbara L. F. Kaplan, Barbara L. F. Kaplan · Frontiers in Environmental Science · 2026

Analysis of PCBs, naphthalene, and metals in bottlenose dolphins (Tursiops truncatus) and their prey species in the Mississippi Sound

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

IntroduçãoGolfinhos-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) são nativos do Mississippi Sound (MSS), uma região caracterizada por intensa atividade humana que pode contribuir para níveis elevados de contaminantes ambientais, como bifenilos policlorados (PCBs), hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAHs) e metais.MétodosPara investigar as fontes de contaminação nessa população, selecionamos cinco espécies de peixes que compõem a dieta do golfinho-nariz-de-garrafa para comparar os perfis químicos nos tecidos de peixes e golfinhos. Tecidos de golfinhos, tecidos de peixes e peixes inteiros foram coletados e analisados para sete PCBs, naftaleno e nove metais.ResultadosEncontramos que os PCBs foram prontamente detectados nos tecidos de golfinhos; entretanto, poucos tecidos de peixes apresentaram PCBs detectáveis. O naftaleno foi detectado em todos os tecidos de golfinhos e na maioria dos tecidos de peixes, exceto na gordura dos peixes e peixes inteiros, embora não tenha ocorrido biomagnificação do naftaleno dos peixes para os golfinhos. Metais foram detectados em todos os tecidos dos golfinhos e na maioria dos tecidos de peixes, com exceção do cádmio em músculo de peixe e peixes inteiros, e do prata em peixes inteiros. Os resultados indicaram que os contaminantes persistentes apresentaram evidências de bioacumulação e biomagnificação, particularmente mercúrio e, com base nos poucos peixes nos quais os PCBs foram detectados, PCB153.DiscussãoEsses resultados sugerem que a biomagnificação não é o principal mecanismo para a bioacumulação da maioria dos congêneres de PCB, do naftaleno ou da maior parte dos metais, indicando que a bioacumulação química nos golfinhos provém de outras fontes. Independentemente dos mecanismos de exposição ou bioacumulação, a presença desses contaminantes pode impactar a saúde geral dessa população de golfinhos-nariz-de-garrafa, ressaltando a importância da vigilância a longo prazo.

Resumo original em inglês

IntroductionBottlenose dolphins (Tursiops truncatus) are native to the Mississippi Sound (MSS), a region characterized by significant human activity that can contribute to elevated levels of environmental contaminants, such as polychlorinated biphenyls (PCBs), polycyclic aromatic hydrocarbons (PAHs), and metals.MethodsTo investigate the sources of contamination in this population, we selected five fish species that make up the bottlenose dolphin diet to compare the chemical profiles in the tissues of fish and dolphins. Dolphin tissues, fish tissues, and whole fish were collected and analyzed for seven PCBs, naphthalene, and nine metals. ResultsWe found that PCBs were readily detected in dolphin tissues; however, there were very few fish tissues with detectable PCBs. Naphthalene was detected in all dolphin tissues and all fish tissues except fish fat and whole fish, although there was no biomagnification of naphthalene from fish to dolphins. Metals were detected in all dolphin tissues and in most fish tissues, with the exception of cadmium in fish muscle and whole fish, and silver in whole fish. Results indicated that persistent contaminants exhibited evidence of bioaccumulation and biomagnification, particularly mercury and based on the few fish in which PCBs were detected, PCB153. DiscussionThese results suggest that biomagnification is not a major mechanism for bioaccumulation of the majority of PCB congeners, naphthalene, or most metals, suggesting that chemical bioaccumulation in dolphins comes from alternative sources. Regardless of the mechanisms of exposure or bioaccumulation, the presence of these contaminants might impact the overall health of this dolphin population, highlighting the importance of long-term surveillance.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3389/fenvs.2026.1968403. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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