Aquatic Turning Performance in Juvenile Loggerhead and Green Sea Turtles.
Resumo em português
As tartarugas marinhas são conhecidas por serem excelentes nadadoras, capazes de percorrer grandes distâncias. Apesar da importância da manobrabilidade, pouco foi feito para definir a mecânica das curvas nesses organismos marinhos. Para examinar o desempenho em curvas, tartarugas-cabeçudas juvenis (Caretta caretta) e tartarugas-verdes (Chelonia mydas) foram filmadas por cima enquanto buscavam alimento em um tanque grande. As tartarugas foram observadas realizando dois tipos de curvas em guinada: curvas de rotação pura e curvas translacionais. A trajetória de pontos no corpo das tartarugas (rostrum, parte anterior do casco e parte posterior do casco) foi rastreada digitalmente. As coordenadas X e Y foram analisadas ao longo do tempo com um código customizado em MatLab, que estimou o centro de massa (COM), o raio da curva e a taxa de curva (velocidade angular). O desempenho em curvas diferiu significativamente entre as espécies de tartarugas marinhas durante as curvas de rotação, mas não diferiu significativamente durante as curvas translacionais. Assimetrias no uso dos membros foram observadas durante as curvas, o que afetou a velocidade angular. As frequências de batimento diferiram significativamente entre os tipos de curva, mas não entre as espécies. A análise da coordenação das nadadeiras sugere que Caretta caretta inicia curvas com mais frequência usando ambas as nadadeiras dianteiras, enquanto Chelonia mydas inicia curvas com mais frequência usando uma única nadadeira dianteira. Quando categorizadas junto a outros táxons nadadores, as tartarugas marinhas assemelham-se à maioria dos nadadores com corpo rígido, posicionando-se abaixo da linha que separa nadadores com corpo flexível e rígido. Esses dados apoiam a hipótese de que ter um plano corporal rígido limita o desempenho nas curvas.
Resumo original em inglês
Sea turtles are known for being accomplished swimmers, capable of covering great distances. Despite the importance of maneuverability, little has been done to define the mechanics of turning in these marine organisms. To examine turning performance, juvenile loggerhead ( Caretta caretta ) and green sea turtles ( Chelonia mydas ) were video recorded overhead in pursuit of food in a large tank. The turtles were observed performing two types of yawing turns: pure rotational turns and translational turns. The trajectory of points on the body of the turtles (rostrum, anterior of shell, and posterior of the shell) were digitally tracked. X and Y coordinates were analyzed over time with a custom MatLab code, which estimated center of mass (COM), turn radius, and turn rate (angular velocity). Turning performance significantly differed between sea turtle species during rotational turns but did not significantly differ between sea turtle species during translational turns. Asymmetries were observed in limb usage during turns, which affected the angular velocity. Stroke frequencies significantly differ between turn type, but not between species. Analysis of the coordination of flippers suggests that C. caretta more often initiates turns with both forelimbs, while C. mydas more often initiates turns with one forelimb. When mapped categorically with other swimming taxa, sea turtles, resembled most other rigid-bodied swimmers, and placed below the guideline separating flexible-bodied swimmers and rigid-bodied swimmers. These data support the hypothesis that having a rigid body-plan constrains turning performance.
Espécies citadas
- Chelonia mydas · tartaruga-verde
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Nomes populares variam entre regiões e uma mesma palavra pode designar espécies diferentes. Confira sempre o nome científico: Chelonia mydas. - Caretta caretta · tartaruga-cabeçuda
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Nomes populares variam entre regiões e uma mesma palavra pode designar espécies diferentes. Confira sempre o nome científico: Caretta caretta.
Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1093/iob/obag017. Ler o artigo completo na fonte ↗
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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.
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