Fauna em Foco Science

Analorena Cifuentes-Rincon, Karen D Sarmiento-Arias, Diego Soler-Tovar, Abelardo Rodríguez-Bolaños, Carlos Bravo-Garcia, Nicolas Reyes-Amaya, Laura Ávila-Vargas, Luis E Escobar · PLoS ONE · 2026

Assessing sexual dimorphism in the common vampire bat, Desmodus rotundus.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

O dimorfismo sexual em morcegos é pouco estudado, com evidências conflitantes entre espécies e regiões geográficas. Para Desmodus rotundus, o morcego-vampiro-comum, relatos anteriores sobre diferenças morfológicas entre os sexos foram inconsistentes. Este estudo teve como objetivo avaliar o dimorfismo sexual em D. rotundus utilizando uma combinação de medidas de campo contemporâneas e espécimes históricos de museu. Foram analisados seis traços morfométricos, incluindo massa corporal, comprimento da cabeça, comprimento do corpo, comprimento da tíbia, comprimento da orelha e comprimento do antebraço. Os dados foram coletados de 46 indivíduos capturados na natureza em cinco localidades da Colômbia, na América do Sul. Adicionalmente, o comprimento do antebraço foi examinado em um conjunto de dados ampliado de 490 espécimes, incluindo 444 indivíduos adicionais de vouchers de museu coletados ao longo do último século. Análises de componentes principais e agrupamento hierárquico do conjunto de seis traços mostraram padrões de diferenciação entre sexos, com sobreposição parcial. O comprimento do antebraço, analisado de forma independente no conjunto completo de 490 espécimes, apresentou forte evidência de dimorfismo sexual. As fêmeas apresentaram antebraços significativamente mais longos (média = 61,8 mm) do que os machos (média = 58,5 mm), com intervalos de confiança de 95% não sobrepostos e resultado altamente significativo no teste t (t = -12,68, p < 2 × 10⁻¹⁶). O sexo explicou 25,7% da variação no comprimento do antebraço (R² = 0,26). O comprimento da tíbia também diferiu significativamente entre os sexos dos indivíduos capturados na natureza (p = 0,004), com as fêmeas apresentando valores maiores. Comparações entre espécimes de museu (históricos) e espécimes de campo (contemporâneos) não mostraram diferenças significativas ao longo do tempo em nenhum dos sexos. Entre as fêmeas, a diferença não foi significativa (t = -0,93, gl = 208, p = 0,355), e o mesmo ocorreu para os machos (t = -0,01, gl = 278, p = 0,992). Uma MANOVA posterior sobre os seis traços morfométricos indicou efeito significativo do sexo (traço de Pillai = 0,389, F(6,39) = 4,14, p < 2,2 × 10⁻¹⁶). Após correção para múltiplas comparações, o dimorfismo sexual permaneceu significativo para os comprimentos do antebraço e da tíbia, com o antebraço mostrando o sinal mais forte. Esses achados oferecem suporte robusto para um dimorfismo feminino modesto, porém consistente, em D. rotundus. O uso combinado de análises multivariadas e univariadas, aliado a dados históricos de longo prazo, aumentou a confiabilidade dos sinais detectados sobre diferenças morfológicas. Desmodus rotundus desempenha papel como reservatório primário de vírus zoonóticos, possui potencial relevância em pesquisas biomédicas e fornece serviços ecossistêmicos. Compreender a variação morfológica entre os sexos é fundamental para informar estratégias de saúde pública, ecologia e conservação biológica. As fêmeas foram consistentemente maiores que os machos, mas a segregação não foi absoluta, com alguns indivíduos fora da faixa de dados esperada para seu sexo. Este estudo contribui para uma compreensão mais clara da variação morfológica e estabelece bases para futuras pesquisas sobre os fatores ecológicos e evolutivos que dirigem o dimorfismo em morcegos.

Resumo original em inglês

Sexual dimorphism in bats is understudied, with conflicting evidence across species and geographic regions. For Desmodus rotundus, the common vampire bat, previous reports on morphological sex differences have been inconsistent. This study aimed to assess sexual dimorphism in D. rotundus using a combination of contemporary field measurements and historical museum specimens. We analyzed six morphometric traits, including body mass, head length, body length, tibia length, ear length, and forearm length. Data were collected from 46 wild-captured individuals from five locations across Colombia in South America. Additionally, forearm length was examined in an expanded dataset of 490 specimens, including additional 444 individuals from museum vouchers collected over the past century. Principal components analysis and hierarchical clustering of the six-trait dataset showed patterns of differentiation between sexes, with partial overlap. Forearm length, analyzed independently in the full 490-specimen dataset, showed strong evidence of sexual dimorphism. Females had significantly longer forearms (mean = 61.8 mm) than males (mean = 58.5 mm), with non-overlapping 95% confidence intervals and a highly significant t-test result (t = -12.68, p < 2 × 10 ⁻ ¹⁶). Sex explained 25.7% of the variation in forearm length (R² = 0.26). Tibia length also differed significantly between sexes of the wild-catch individuals (p = 0.004), with females exhibiting greater values. Comparisons between museum specimens (historical) and wild-caught specimens (contemporary) showed no significant differences across time in either sex. Among females, the difference was not significant (t = -0.93, df = 208, p = 0.355), and the same was true for males (t = -0.01, df = 278, p = 0.992). A follow-up MANOVA on the six morphometric traits indicated a significant effect of sex (Pillai's trace = 0.389, approx. F(6,39)=4.14, p < 2.2 × 10 ⁻ ¹⁶). After correcting for multiple comparisons, significant sexual dimorphism remained for forearm and tibia lengths, with forearm showing the strongest signal. These findings provide robust support for modest but consistent female-biased dimorphism in D. rotundus. The use of both multivariate and univariate analysis, combined with long-term historical data, enhanced the reliability of signals detected regarding morphological differences. Desmodus rotundus play a role as a primary reservoir for zoonotic viruses, has potential relevance in biomedical research, and provides ecosystem services. Understanding sex-based morphological variation is critical to inform public health, ecology, and biological conservation strategies. Females were consistently larger than males, but segregation was not absolute, with some individuals falling outside the expected data range for their sex. This study contributes to a clearer understanding of morphological variation and lays the groundwork for future research into the ecological and evolutionary drivers of dimorphism in bats.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1371/journal.pone.0320169. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

Acompanhe este tema.
Crie uma conta gratuita e receba artigos novos sobre as espécies que você segue.