Fauna em Foco Science

de Souza NF, Shing TF, Souto LG, Vieira FFA, Nishihara JKLF, Santos NYYD, Rostirolla BP, Gomes MDC, de Moura FBC, Rocha NS. · Veterinary world · 2026

Biobanks in veterinary forensic medicine: A systematic review on Advances, challenges, and applications in combating wildlife trafficking.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

CONTEXTO E OBJETIVO: Biobancos representam repositórios organizados de amostras biológicas vinculadas a dados associados, projetados para utilização científica, clínica e forense a longo prazo. Na medicina veterinária, biobancos animais facilitam a pesquisa biomédica, a preservação de recursos genéticos, a conservação de espécies e investigações forenses. A presente revisão sistemática teve como objetivo sintetizar avanços, desafios persistentes e aplicações práticas dos biobancos em medicina veterinária forense, com ênfase particular em sua contribuição para a detecção, investigação e repressão do tráfico de vida selvagem. MÉTODOS: Foi realizada busca sistemática na literatura nas bases de dados Periódicos Capes, PubMed, SciELO e ScienceDirect, abrangendo publicações de 2013 a 2023. As estratégias de busca combinaram termos como "biobanco animal", "repositório animal", "perícia da vida selvagem", "tráfico de vida selvagem" e "veterinária forense" (inglês), juntamente com equivalentes em português. Apenas artigos revisados por pares, publicados em inglês ou português, que abordassem explicitamente biobancos no contexto forense veterinário ou crimes contra a vida selvagem foram incluídos. A revisão seguiu as diretrizes PRISMA 2020. A triagem envolveu avaliação de título/resumo seguida de avaliação de texto completo. Os dados foram sintetizados narrativamente. RESULTADOS: De 1.495 registros identificados, 15 estudos atenderam a todos os critérios de inclusão após exclusão de 1.460 publicações irrelevantes ou não qualificadas. Nenhum artigo elegível apareceu entre 2013 e 2014. A partir de 2015, as publicações demonstraram refinamento progressivo, transitando do código molecular para identificação de espécies para aplicações integradas na atribuição de origem geográfica, documentação da cadeia de custódia e suporte probatório em processos judiciais. Materiais-chave incluíram DNA de músculo, escamas, garras e penas; tecidos gonadais criopreservados; e células somáticas derivadas de fontes minimamente invasivas (ex.: folículos de penas) ou espécimes atropelados. Os estudos destacaram utilidade particular na identificação de produtos pesqueiros rotulados fraudulentamente, derivados mamíferos falsificados (ex.: garras falsas de tigre) e escamas confiscadas de pangolim, além de traçar rotas de tráfico em regiões de alta biodiversidade. CONCLUSÃO: Biobancos forenses veterinários oferecem potencial substancial para determinação precisa da espécie e procedência geográfica, fortalecendo a fiscalização contra o comércio ilegal de vida selvagem. Entretanto, a implementação permanece limitada pela ausência de procedimentos operacionais padronizados, baixo conhecimento por parte dos profissionais, bancos de dados de referência fragmentados, conectividade interinstitucional inadequada e elevados custos logísticos/financeiros. Biobancos regionalizados integrados a centros de triagem da vida selvagem (CETAS), protocolos harmonizados de cadeia de custódia e curadoria de dados suportada por inteligência artificial são propostos como estratégias prioritárias para traduzir os avanços científicos existentes em prática forense e conservação rotineiras.

Resumo original em inglês

Background and aim Biobanks represent organized repositories of biological samples linked to associated data, designed for long-term scientific, clinical, and forensic utilization. In veterinary medicine, animal biobanks facilitate biomedical research, genetic resource preservation, species conservation, and forensic investigations. The present systematic review aimed to synthesize advances, persistent challenges, and practical applications of biobanks in veterinary forensic medicine, with particular emphasis on their contribution to detection, investigation, and suppression of wildlife trafficking. Materials and methods A systematic literature search was conducted across Periódicos Capes, PubMed, SciELO, and ScienceDirect databases, covering publications from 2013 to 2023. Search strings combined terms such as "animal biobank", "animal biorepository", "wildlife forensic", "wildlife trafficking", and "forensic veterinary" (English), together with Portuguese equivalents. Only peer-reviewed articles published in English or Portuguese that explicitly addressed biobanks in veterinary forensic contexts or wildlife crime were included. The review adhered to PRISMA 2020 guidelines. Screening involved title/abstract evaluation followed by full-text assessment. Data were narratively synthesized. Results Of 1,495 records identified, 15 studies fulfilled all inclusion criteria after exclusion of 1,460 irrelevant or non-qualifying publications. No eligible articles appeared between 2013 and 2014. From 2015 onward, publications demonstrated progressive refinement, transitioning from molecular barcoding for species identification toward integrated applications in geographic origin assignment, chain-of-custody documentation, and evidentiary support in judicial proceedings. Key materials included DNA from muscle, scales, claws, and feathers; cryopreserved gonadal tissues; and somatic cells derived from minimally invasive sources (e.g., feather follicles) or roadkill specimens. Studies highlighted particular utility in identifying fraudulently labeled fishery products, counterfeit mammalian derivatives (e.g., fake tiger claws), and confiscated pangolin scales, as well as in tracing trafficking routes in high biodiversity regions. Conclusion Veterinary forensic biobanks offer substantial potential for accurate species and geographic provenance determination, thereby strengthening enforcement against illegal wildlife trade. Nevertheless, implementation remains constrained by absent standardized operating procedures, limited practitioner awareness, fragmented reference databases, inadequate inter-institutional connectivity, and elevated logistic/financial demands. Regionalized biobanks integrated with wildlife screening centers (CETAS), harmonized chain-of-custody protocols, and artificial intelligence-supported data curation are proposed as priority strategies to translate existing scientific advances into routine forensic and conservation practice.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.14202/vetworld.2026.933-947. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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