Fauna em Foco Science

Andvik C, Fagerlund C, Jourdain E, Yuan B, Haddad-Weiser G, Lyche JL, Karoliussen R, Ruus A, Borgå K. · Environmental research · 2026

Comparing polychlorinated n-alkane occurrence and biomagnification with legacy contaminants in a killer whale food web.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
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Os n-alcanos policlorados (PCAs), o maior componente do produto comercial parafinas cloradas, têm sido usados globalmente em quantidades crescentes desde a regulamentação de contaminantes legados, como os bifenilos policlorados (PCBs). O potencial de bioacumulação dos PCAs em comparação aos contaminantes legados é inconclusivo, com dados limitados disponíveis para PCAs com comprimento de cadeia carbônica ≤9 e ≥18, especialmente em teias alimentares que incluem predadores superiores mamíferos. Neste estudo, analisamos e comparamos PCAs de diferentes comprimentos de cadeia carbônica (muito curtos: PCAs-C 6-9 [vSCCPs], curtos: PCAs-C 10-13 [SCCPs], médios: PCAs-C 14-17 [MCCPs] e longos: PCAs-C 18-24 [LCCPs]), 57 contaminantes legados e mercúrio total (Hg) em orcas (Orcinus orca) do norte da Noruega (n = 59) e em várias espécies de peixes e mamíferos marinhos. Encontramos que os contaminantes orgânicos legados dominaram na concentração e padrão em mamíferos marinhos (54-87%), enquanto PCAs e Hg dominaram em peixes (58-98%). A fisiologia das espécies (poiquilotermas ou homeotermas) influenciou a magnificação trófica de vários contaminantes, com fatores de magnificação trófica (TMFs) estimados subestimados para PCAs, e superestimados para PCB-153, p.p'-DDE e Hg, se não considerados adequadamente. PCAs-C 6-9 e PCAs-C 10-13 apresentaram TMFs similares e baixos para poiquilotermas e homeotermas, comparáveis a PCB-28 (intervalo do TMF: 1,9-2,4 [intervalo de confiança 95% 0,9-5,7]). PCAs-C 14-17 e PCAs-C 18-24 apresentaram TMFs elevados em poiquilotermas (4,8 [1,3-18] e 4,6 [1,2-18], respectivamente) e sem magnificação trófica significativa em homeotermas (1,0 [0,5-2,3] e 1,0 [0,4-2,8], respectivamente), com o padrão oposto para PCB-153 e p.p'-DDE. Nossos resultados indicam concentrações maiores e potencial de biomagnificação de PCAs em poiquilotermas do que em homeotermas, provavelmente devido à menor capacidade de biotransformação e eliminação.

Resumo original em inglês

Polychlorinated n-alkanes (PCAs), the largest component of the commercial product chlorinated paraffins, have been used globally in increasing amounts since the regulations of legacy contaminants, such as polychlorinated biphenyls (PCBs). The bioaccumulative potential of PCAs compared to legacy contaminants is inconclusive, with limited data available for PCAs with carbon chain length ≤9 and ≥18, particularly in food webs which include mammalian top predators. Here, we analysed and compared PCAs of different carbon chain length (very-short: PCAs-C 6-9 [vSCCPs], short: PCAs-C 10-13 [SCCPs], medium: PCAs-C 14-17 [MCCPs], and long: PCAs-C 18-24 [LCCPs]), 57 legacy contaminants, and total mercury (Hg) in killer whales (Orcinus orca) from northern Norway (n = 59) and a range of fish and marine mammals. We found that legacy organic contaminants dominated in concentration and pattern in marine mammals (54-87%), whereas PCAs and Hg dominated in fishes (58-98%). A species' physiology (poikilotherm or homeotherm) influenced the food web magnification of several contaminants, with estimated trophic magnification factors (TMFs) underestimated in PCAs, and overestimated in PCB-153, p.p'-DDE and Hg, if unaccounted for. PCAs-C 6-9 and PCAs-C 10-13 had similar and low TMFs for poikilotherms and homeotherms, and similar to PCB-28 (TMF range: 1.9-2.4 [95% confidence interval 0.9-5.7]). PCAs-C 14-17 and PCAs-C 18-24, had high TMFs in poikilotherms (4.8 [1.3-18] and 4.6 [1.2-18], respectively), and no significant trophic magnification in homeotherms (1.0 [0.5-2.3] and 1.0 [0.4-2.8], respectively), with the opposite pattern for PCB-153 and p.p'-DDE. Our results indicate higher PCA concentrations and biomagnification potential in poikilotherms than homeotherms, which is likely due to lower biotransformation and elimination ability.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1016/j.envres.2026.125367. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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