Drone Infrared Thermography for Detecting Skin Thermal Anomalies in Bottlenose Dolphins: Preliminary Insights
Resumo em português
RESUMO Monitorar a saúde de cetáceos é desafiador, pois abordagens tradicionais, incluindo levantamentos baseados em embarcações e necropsias, são frequentemente oportunistas e limitadas na detecção de mudanças fisiológicas sutis. A termografia infravermelha (IRT) oferece uma alternativa não invasiva ao detectar anomalias na temperatura da superfície que podem refletir variações fisiológicas localizadas, incluindo alterações associadas a inflamação, cicatrizes, ruptura tecidual ou processos termorregulatórios. Montada em drones, a IRT possibilita imagens térmicas remotas de indivíduos em liberdade. Este estudo de caso apresentou observações preliminares do uso exploratório da drone-IRT para detectar anomalias térmicas localizadas na pele de golfinhos-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) sob cuidados humanos. Um total de 14 golfinhos adultos foram monitorados durante o verão e inverno austral, com dois indivíduos exibindo pontos térmicos consistentes 3°C a 5°C mais quentes do que as temperaturas da superfície corporal ao redor. Um indivíduo apresentou uma anomalia transitória que desapareceu com o tempo, enquanto o outro mostrou pontos térmicos persistentes que se tornaram mais pronunciados. Essas anomalias corresponderam a marcas externas, sugerindo alterações localizadas nos padrões térmicos da superfície da pele. Este estudo de caso forneceu evidências preliminares de que a drone-IRT pode detectar anomalias térmicas localizadas na pele de golfinhos e destaca o potencial da drone-IRT como ferramenta não invasiva para monitoramento de saúde tanto em populações manejadas quanto selvagens. Investigações quantitativas adicionais com tamanhos amostrais maiores e avaliações veterinárias simultâneas podem validar essas observações e avaliar se tais anomalias indicam questões subjacentes de saúde.
Resumo original em inglês
ABSTRACT Monitoring the health of cetaceans is challenging as traditional approaches including vessel‐based surveys and necropsies are often opportunistic and limited in their ability to detect subtle physiological changes. Infrared thermography (IRT) offers a non‐invasive alternative by detecting surface temperature anomalies that may reflect localised physiological variation, including changes associated with inflammation, scarring, tissue disruption or thermoregulatory processes. Mounted on drones, IRT can enable remote thermal imaging of free‐ranging individuals. This case study presented preliminary observations from the exploratory use of drone‐IRT to detect localised thermal anomalies in the skin of bottlenose dolphins (Tursiops truncatus) under human care. A total of 14 adult dolphins were monitored across the Austral summer and winter, with two individuals exhibiting consistent thermal hotspots 3°C–5°C warmer than surrounding body surface temperatures. One individual exhibited a transient anomaly that resolved over time, whereas the other displayed persistent hotspots that became more pronounced. These anomalies corresponded with external markings, suggesting localised alterations in skin surface thermal patterns. This case study provided preliminary evidence that drone‐IRT can detect localised thermal anomalies in a dolphin's skin and highlights the potential for drone‐IRT as a non‐invasive tool for monitoring health in both managed and wild dolphin populations. Further quantitative investigations with larger sample sizes and concurrent veterinary assessments may provide validation regarding such observations and to evaluate whether such anomalies are indicative of underlying health issues.
Espécies citadas
- Tursiops truncatus · golfinho-nariz-de-garrafa
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Nomes populares variam entre regiões e uma mesma palavra pode designar espécies diferentes. Confira sempre o nome científico: Tursiops truncatus.
Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1002/ece3.72892. Ler o artigo completo na fonte ↗
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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.
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