Evaluating short and long-term behavior of two bottlenose dolphins returned to the wild after two years in managed care
Resumo em português
Reintroduções e liberações experimentais de cetáceos na natureza tiveram sucesso muito limitado. Embora o monitoramento dedicado após a soltura tenha sido às vezes implementado durante os primeiros meses ou anos críticos para determinar sucesso ou fracasso, o monitoramento oportunista de longo prazo, incluindo o uso de catálogos regionais de fotoidentificação, tem sido raro. No primeiro experimento científico desse tipo, dois golfinhos-nariz-de-garrafa subadultos machos (Tursiops truncatus), conhecidos como Misha e Echo, foram capturados na Baía de Tampa, Flórida, em julho de 1988, e retornaram à Baía de Tampa em outubro de 1990 após pesquisa de ecolocalização na Universidade da Califórnia, Santa Cruz. Ambos os golfinhos estabeleceram padrões típicos de comportamento, área de vida e associações sociais nas primeiras semanas a meses após a soltura, e esses padrões continuaram pelos próximos 15–25 anos, documentados por observações dedicadas durante 1990-1991 e recapturas visuais em pesquisas de fotoidentificação posteriormente. Misha foi observado por mais de 16 anos em 69 dias, com 110 diferentes associados, no sudeste da Baía de Tampa, antes de sua morte por causas desconhecidas em 2006. Echo foi observado por mais de 25 anos em 61 dias, com 166 diferentes associados em três regiões distintas da Baía de Tampa até sua última observação em 15 de julho de 2015. Ao atingirem a maturidade, foram registradas avistagens repetidas com outros machos conhecidos e presumidos, o que é típico de golfinhos machos adultos nessa região. No geral, embora o monitoramento intensivo de curto prazo de indivíduos liberados seja importante para documentar condição corporal e capacidade inicial de prosperar na natureza, o monitoramento de longo prazo, especialmente por meio de dados de pesquisas de fotoidentificação, fornece informações sobre comportamentos sociais e de deslocamento em diferentes transições de classes etárias. Estas são considerações importantes para o planejamento e avaliação de futuros programas de translocação e reintrodução de cetáceos. Sugerimos que o retorno à sua área de vida original e a soltura como subadultos em um tipo comum de unidade social foram fatores cruciais para a bem-sucedida readaptação a longo prazo na natureza.
Resumo original em inglês
Reintroductions and experimental releases of cetaceans to the wild have had very limited success. While dedicated post-release monitoring was sometimes implemented during the critical first few months or years to determine success or failure, opportunistic long-term monitoring including the use of regional photo-identification catalogs has been rare. In the first scientific experiment of its kind, two subadult male common bottlenose dolphins (Tursiops truncatus), known as Misha and Echo, were caught in Tampa Bay, Florida in July 1988, and then returned to Tampa Bay in October 1990 following echolocation research at the University of California, Santa Cruz. Both dolphins established typical behavioral, ranging, and social association patterns within the first weeks to months after release and these patterns continued for the next 15–25 years, documented through dedicated observations during 1990-1991, and resighting during photo-identification surveys thereafter. Misha was observed over 16 years on 69 days, with 110 different associates, in southeast Tampa Bay, before his death from unknown causes in 2006. Echo was observed over 25 years on 61 days, with 166 different associates in three different regions of Tampa Bay through his last sighting on 15 July 2015. When they reached maturity, repeated sightings with other known and presumed males were recorded, which is typical of adult male dolphins in this region. Overall, while short-term intensive monitoring of released individuals is important to document body condition and initial ability to thrive in the wild, long-term monitoring, especially through the use of data from photo-identification surveys, provides information on social and ranging behaviors through different age class transitions. These are important considerations for designing and evaluating future cetacean translocation and reintroduction programs. We suggest that return to their original home range and release as subadults in a commonly observed type of social unit were crucial factors for successful long-term readaptation to the wild.
Espécies citadas
- Tursiops truncatus · golfinho-nariz-de-garrafa
?
Nomes populares variam entre regiões e uma mesma palavra pode designar espécies diferentes. Confira sempre o nome científico: Tursiops truncatus.
Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3389/fmars.2026.1890047. Ler o artigo completo na fonte ↗
O texto completo do artigo permanece na fonte.
Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.
Crie uma conta gratuita e receba artigos novos sobre as espécies que você segue.