Fauna em Foco Science

Yosef T, Samuni L, Ram Y. · 2026

Evolution of Menopause and the Mama’s Boy Hypothesis

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

RESUMO O tempo de vida após a reprodução é um enigma evolutivo. Na maioria dos mamíferos, a fertilidade feminina segue a sobrevivência, entretanto humanos e algumas poucas espécies de cetáceos dentados apresentam sobrevivência após o fim da reprodução. Explicar quando e por que a longevidade pós-reprodutiva evolui é fundamental para entender a evolução do envelhecimento, da estrutura social e da ajuda intergeracional entre espécies. A teoria das dinâmicas de parentesco prevê que, quando os machos são filopátricos, a relação local de uma fêmea – especialmente com descendentes machos – aumenta com a idade, o que pode favorecer ajuda tardia em detrimento da reprodução contínua. Desenvolvemos um modelo de seleção com parentesco estruturado por idade e sexo para testar se um alelo modificador raro que induz menopausa pode invadir uma população inicialmente sem menopausa por meio de seus efeitos diretos sobre sobrevivência e fecundidade e seus efeitos indiretos sobre parentes. Consideramos duas vias evolutivas: “parar cedo”, em que a reprodução cessa mais cedo com pouca mudança na longevidade, e “viver muito”, em que a longevidade se estende além da reprodução sob trade-offs do soma descartável. Parametrizado com estimativas demográficas, dispersão e efeito de ajuda de oito táxons de mamíferos, o modelo prevê idades plausíveis empiricamente de cessação reprodutiva e representação pós-reprodutiva em humanos e orcas (Orcinus orca), mas nenhuma invasão em idades plausíveis de cessação em táxons sem menopausa. Análises globais de sensibilidade identificam a dispersão masculina e o efeito da ajuda pós-reprodutiva na sobrevivência masculina como determinantes da evolução da menopausa, motivando a “hipótese do menino da mamãe”: a menopausa é mais fortemente favorecida pela seleção quando o cuidado tardio melhora a sobrevivência e aptidão ao longo da vida de filhos e netos filopátricos.

Resumo original em inglês

ABSTRACT Post-reproductive lifespan is an evolutionary puzzle. In most mammals female fertility tracks survival, yet humans and a few toothed whales show survival after reproduction ends. Explaining when and why post-reproductive lifespan evolves is central to understanding the evolution of ageing, social structure, and intergenerational helping across species. Kinship-dynamics theory predicts that when males are philopatric, a female’s local relatedness—especially to male descendants—increases with age, potentially favoring late-life helping over continued reproduction. We develop an age-sex-structured kin-selection model to test whether a rare menopause-inducing modifier allele can invade an initially non-menopausal population through its direct effects on survival and fecundity and its indirect effects on relatives. We consider two evolutionary pathways: stop early, where reproduction ceases earlier with little change in lifespan, and live long, where lifespan extends beyond reproduction under disposable-soma trade-offs. Parameterized with demographic, dispersal, and helping-effect estimates from eight mammalian taxa, the model predicts empirically plausible ages of reproductive cessation and post-reproductive representation in humans and killer whales, but no invasion across plausible cessation ages in non-menopausal taxa. Global sensitivity analyses identify male dispersal and the effect of post-reproductive help on male survival as determinants of whether menopause evolves, motivating the “mama’s boy hypothesis”: menopause is most strongly favoured by selection when late-life care increases the survival and lifetime fitness of philopatric sons and grandsons.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.64898/2026.06.17.732386. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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