Fauna em Foco Science

Cárdenas-Navarrete A, Van Belle S, Lara-García U, Guzmán-Aguilar M, Razafindratsima OH. · The Journal of animal ecology · 2026

From steps to home ranges: How habitat disturbance influences the movement drivers of an arboreal primate.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

A persistência de populações animais em paisagens antropizadas frequentemente depende do ajuste de suas estratégias de forrageamento e movimento às mudanças ambientais que envolvem trocas energéticas. Contudo, ainda não está claro como a resiliência ecológica se traduz em flexibilidade de movimento e quais fatores influenciam o movimento animal em ambientes modificados. Bugios (Alouatta spp.) são conhecidos por tolerar significativa pressão antropogênica em sua distribuição. Investigamos como um gradiente de perturbação no habitat altera características intrínsecas de bugios-pretos (Alouatta pigra) e características extrínsecas do habitat, e como esses fatores, por sua vez, determinam seu movimento. Monitoramos seis grupos de bugios-pretos no sudeste do México durante 1 ano, coletando dados sobre movimento, atividade, dieta, presença de grupos vizinhos, disponibilidade de alimento e microclima. Desenvolvemos modelos intrínsecos e extrínsecos para identificar os principais determinantes do movimento em três escalas espaço-temporais. Nossos resultados revelaram respostas dependentes da escala à perturbação. Na menor escala (passos de 5 minutos), a probabilidade de movimento aumentou com níveis de folivoria e proximidade a grupos vizinhos, mas foi significativamente reduzida por altas temperaturas. Na escala intermediária (caminhos diários), a escassez de recursos levou a maiores distâncias diárias percorridas, enquanto o aglomeramento de grupos em fragmentos isolados aumentou a circuitosidade dos trajetos, reduzindo a eficiência do deslocamento. Finalmente, na maior escala (uso do espaço), grupos em locais altamente perturbados exibiram até 99% de sobreposição sazonal da área de vida, indicando saturação espacial e falta de capacidade de amortecimento contra estocasticidade ambiental. Nossas análises mostram que, embora bugios-preto apresentem flexibilidade comportamental, sua capacidade de lidar com perturbações antropogênicas é limitada por restrições fisiológicas e espaciais. À medida que as atividades humanas continuam a alterar os ecossistemas, os animais devem ajustar suas estratégias para navegar por habitats em mudança e disponibilidade variável de recursos; entretanto, quando os limites ambientais superam a flexibilidade inerente de um organismo, as populações podem enfrentar maior risco de extinção local.

Resumo original em inglês

The persistence of animal populations in anthropogenic landscapes often depends on adjusting their foraging and movement strategies to environmental changes that involve energetic trade-offs. However, it remains unclear how ecological resilience translates into movement flexibility and which factors influence animal movement in modified environments. Howler monkeys (Alouatta spp.) are known to cope with significant anthropogenic pressure across their range. We examined how a gradient of habitat disturbance alters intrinsic traits of black howler monkeys (A. pigra) and extrinsic habitat characteristics, and how these factors, in turn, drive their movement. We monitored six groups of black howler monkeys in southeastern Mexico for 1 year, collecting data on movement, activity, diet, neighbouring-group presence, food availability and microclimate. We developed intrinsic and extrinsic models to identify the main drivers of movement across three spatiotemporal scales. Our results revealed scale-dependent responses to disturbance. At the smallest scale (5-min steps), movement probability increased with folivory levels and proximity to neighbouring groups but was significantly constrained by high temperatures. At the intermediate scale (daily paths), resource sparseness led to longer daily travel distances, while group crowding in isolated fragments increased path circuity, reducing travel efficiency. Finally, at the broadest scale (use of space), groups in highly disturbed sites exhibited up to 99% seasonal home range overlap, indicating spatial saturation and a lack of buffering capacity against environmental stochasticity. Our analyses show that while black howler monkeys exhibit behavioural flexibility, their capacity to cope with anthropogenic disturbance is limited by physiological and spatial constraints. As human activities continue to alter ecosystems, animals must adjust their strategies to navigate changing habitats and shifting resource availability; however, when environmental limits exceed an organism's inherent flexibility, populations may face an increased risk of local extinction.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1111/1365-2656.70256. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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