Fauna em Foco Science

Sarvestani N, Shams F, Mirshahi A, Pato M, Farbod AJ, Khayatderafshi A, Payami M, Abdous A. · PLoS neglected tropical diseases · 2026

From tests to truth: A misclassification-aware machine learning framework for estimating brucellosis seroprevalence in wild canids.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

A brucelose é uma doença zoonótica importante que afeta humanos, gado e vida selvagem, porém as estimativas de prevalência em espécies selvagens muitas vezes são subestimadas devido à atenção limitada à vigilância, bem como a amostragens insuficientes e enviesadas. Para esclarecer os padrões de exposição em canídeos selvagens, pesquisamos PubMed, Scopus, Web of Science, SciELO e Google Scholar (1962-2025) por estudos primários de prevalência de espécies de Brucella (spp.) em canídeos de vida livre. Dados sorológicos foram analisados usando um modelo multiteste consciente de erros de classificação que corrige para sensibilidade e especificidade imperfeitas dos testes. Resultados confirmatórios de reação em cadeia da polimerase (PCR) e cultura foram considerados separadamente dos dados sorológicos, pois cada um oferece uma perspectiva diferente sobre o status da doença. Em 48 populações selvagens sorológicas (n = 3.925 animais), a soroprevalência verdadeira global ajustada por erro de classificação foi de 8,2% (intervalo de confiança [IC] 95%: 5,1-11,3%). Infecção ativa confirmada, com base em PCR ou cultura, foi incomum (3,9%; IC 95%: 3,0-5,1%). Os níveis de exposição variaram entre continentes, com estimativas mais altas na América do Sul (aproximadamente 18%) e níveis mais baixos na Europa (aproximadamente 0,8%) e América do Norte (aproximadamente 4,1%). Dados da África foram limitados, e estimativas da Ásia basearam-se em amostras selvagens escassas, resultando em ampla incerteza. A soroprevalência foi consistentemente influenciada pelo tipo de ensaio, espécie hospedeira e região. De modo geral, canídeos selvagens apresentam exposição sorológica moderada, porém disseminada, a espécies de Brucella, enquanto a infecção ativa confirmada permanece rara. Como a qualidade das evidências e o rigor diagnóstico variaram consideravelmente entre regiões, especialmente na África e partes da Ásia, os resultados dessas áreas devem ser interpretados com cautela. Ao corrigir para testes imperfeitos e explicitamente considerar a heterogeneidade dos estudos, essa estrutura fornece estimativas de prevalência mais confiáveis e transparentes, destacando lacunas geográficas onde a vigilância melhorada e direcionada no contexto One Health é urgentemente necessária.

Resumo original em inglês

Brucellosis is an important zoonotic disease affecting humans, livestock, and wildlife, yet prevalence estimates in wild species are often underestimated due to limited attention to surveillance, as well as insufficient and biased sampling. To clarify exposure patterns in wild canids, we searched PubMed, Scopus, Web of Science, SciELO, and Google Scholar (1962-2025) for primary prevalence studies of Brucella species (spp.) in free-ranging canids. Serological data were analyzed using a misclassification-aware, multi-assay model that corrects for imperfect test sensitivity and specificity. Confirmatory polymerase chain reaction (PCR) and culture results were considered separately from serological data, as each offers a different perspective on disease status. Across 48 wild serology populations (n = 3,925 animals), the global misclassification-adjusted true seroprevalence was 8.2% (95% confidence interval [CI]: 5.1-11.3%). Confirmed active infection, based on PCR or culture, was uncommon (3.9%; 95% CI: 3.0-5.1%). Exposure levels varied across continents, with higher estimates in South America (approximately 18%) and lower levels in Europe (approximately 0.8%) and North America (approximately 4.1%). Data from Africa were limited, and Asian estimates were based on sparse wild samples, leading to wide uncertainty. Seroprevalence was consistently influenced by assay type, host species, and region. Overall, wild canids exhibit modest but widespread serological exposure to Brucella spp., whereas confirmed active infection remains rare. Because evidence quality and diagnostic rigor varied considerably across regions, especially in Africa and parts of Asia, results from these areas should be interpreted with caution. By correcting for imperfect tests and explicitly accounting for study heterogeneity, this framework provides more reliable and transparent prevalence estimates and highlights geographic gaps where improved, targeted One Health surveillance is most urgently needed.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1371/journal.pntd.0014029. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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