Fauna em Foco Science

Calandra N. Turner Tomaszewicz, Erin LaCasella, Garrett E. Lemons, Robin LeRoux, Jeffrey A. Seminoff · Ecology and Evolution · 2026

Green Sea Turtle Recruitment in the Eastern North Pacific: Patterns Identified Using Geochemical Signatures in Bones

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Dentro dos sistemas marinhos, o ciclo de nutrientes é impulsionado por forças físicas que criam gradientes geoquímicos previsíveis. Por sua vez, esses gradientes se refletem em redes tróficas espacialmente explícitas e quimicamente distintas, criando assinaturas químicas únicas nos tecidos dos consumidores que são úteis para rastrear a localização e a dieta dos consumidores. No Pacífico Norte Oriental, ao longo das últimas três décadas, tartarugas verdes (Chelonia mydas) têm se tornado observadas com maior frequência ao longo da costa oeste dos Estados Unidos, particularmente na área urbana da costa do sul da Califórnia. Compreender os padrões de uso de habitat e as taxas demográficas básicas dessas tartarugas é importante para o manejo dos recursos. Para abordar essas lacunas de dados, utilizamos padrões espaciais criados pelo ciclo geoquímico natural (isto é, isoscapes marinhos) para informar sobre o movimento e o uso do habitat das tartarugas marinhas ao longo do tempo. Isso foi feito analisando os valores de isótopos estáveis das camadas de crescimento ósseo nos úmeros das tartarugas e analisando esses valores com dados de idade e tamanho obtidos por esquelotcronologia. Essa abordagem nos permitiu reconstruir os movimentos e os padrões de forrageamento de tartarugas verdes no sul da Califórnia. Apresentamos dados vitais de história de vida e demográficos, incluindo a duração da fase oceânica, o momento das mudanças ontogenéticas de habitat e os padrões multianuais de forrageamento. As tartarugas deixam o habitat oceânico migrando para áreas neríticas de forrageamento por volta de 6,6 anos de idade, indicado pelos valores do isótopo de nitrogênio (δ 15 N), mas as tartarugas podem fazer isso já com um ano de idade, ou podem permanecer em zonas oceânicas por muito mais tempo. Uma vez estabelecidas em habitats costeiros isotopicamente distintos, era comum que as tartarugas apresentassem residência multianual, e embora muitas aparentassem consumir pelo menos um pouco de pastagem marinha, valores estáveis do isótopo de carbono (δ 13 C) — um indicador primário de habitats críticos — sugeriram que essa não era a principal fonte de dieta para a maioria dos indivíduos. Coletivamente, essas descobertas preenchem lacunas de informação sobre a história de vida das tartarugas verdes, que possuem aplicação imediata em esforços regionais de manejo em andamento.

Resumo original em inglês

ABSTRACT Within marine systems, nutrient cycling is driven by physical forces that create predictable geochemical gradients. In turn, these gradients are reflected in spatially explicit and chemically distinct foodwebs, creating unique chemical signatures of consumer tissues that are useful for tracking the location and diet of consumers. In the eastern North Pacific, over the past three decades green sea turtles (Chelonia mydas ) have become more commonly observed along the west coast of the United States, particularly along the urban Southern California coast. Understanding the habitat use patterns and basic demographic rates of these turtles is important for resource management. To address these data gaps, we used spatial patterns created by natural geochemical cycling (i.e., marine isoscapes) to inform sea turtle movement and habitat use over time. This was done by analyzing stable isotope values of bone growth layers in turtle humeri and analyzing the values with age and size data obtained through skeletochronology. This approach allowed us to recreate the movements and foraging patterns of green sea turtles in Southern California. We present vital life‐history and demographic data, including the oceanic stage duration, timing of ontogenetic habitat shifts, and multi‐year foraging patterns. Sea turtles depart the oceanic habitat recruiting to neritic foraging grounds around 6.6 years of age, indicated by nitrogen isotope values (δ15N), but turtles may do so as early as one year old, or may remain in oceanic zones for much longer. Once settled into isotopically distinct coastal habitats, it was common for turtles to establish multi‐year residency, and while many appeared to consume at least some seagrass, stable carbon isotope values (δ13C)—a primary indicator of critical habitat—suggested that it was not the primary diet item of most individuals. Collectively, these findings fill information gaps about green turtle life‐history, which have immediate application to ongoing regional management efforts.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1002/ece3.72482. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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