Fauna em Foco Science

N. X. Sánchez-Garzón, W. Dáttilo, C. A. Chapman, J. C. Serio-Silva · Animal Biodiversity and Conservation · 2026

How does a howler monkey Alouatta pigra choose what to eat and where to sleep during the day?

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Estudos sobre o comportamento de primatas têm se concentrado nos animais independentemente das suas interações com o ambiente, ignorando interações criticamente importantes com plantas além da alimentação. Os bugios-da-guatemala (Alouatta pigra) passam até 60% do seu tempo diurno descansando, mas a estrutura e os mecanismos das interações entre bugios e plantas associadas ao descanso ainda precisam ser melhor compreendidos. Neste estudo, avaliamos como as características das plantas influenciam as interações dos bugios-da-guatemala com plantas que utilizam para alimentação e descanso diurno ao longo de três estações no sudeste do México. Preferências entre indivíduos e padrões de alimentação nas plantas também foram examinados, e realizamos levantamentos fenológicos para determinar como a disponibilidade influencia as interações alimentares. Encontramos uma alta diversidade de interações entre bugios e plantas, um padrão de rede aninhada (quando especialistas só podem interagir com um subconjunto das espécies com as quais generalistas interagem) invariante à sazonalidade, e um nível maior de especialização para redes de alimentação em comparação às redes de descanso diurno. Observamos que os bugios preferiram árvores grandes como locais de descanso diurno e selecionaram repetidamente as mesmas espécies, resultando em menor especialização para descanso do que para alimentação. Ao usar uma abordagem baseada em redes de interação, nosso estudo representa uma ferramenta valiosa para a conservação deste primata ameaçado porque destaca a importância de identificar espécies essenciais para alimentação e descanso diurno.

Resumo original em inglês

Studies of primate behavior have focused on animals independently of their interactions with their environment, ignoring critically important interactions with plants other than feeding. Black howler monkeys Alouatta pigra spend up to 60% of their diurnal time resting, but structure and mechanisms of monkey-plant interactions associated with resting still need to be better understood. In this study, we assessed how plant characteristics influence howler monkeys’ interactions with plants they use for feeding and diurnal resting over three seasons in southeast Mexico. Inter-individual preferences and plant feeding patterns were also examined, and we conducted phenological surveys to determine how availability influences feeding interactions. We found a high diversity of monkey-plant interactions, a nested network (when specialists can only interact with subset of the species generalists interact with) pattern invariant of seasonality, and a higher level of specialization for feeding networks compared to diurnal resting networks. We observed that monkeys preferred large trees for diurnal resting sites and repeatedly selected the same species, resulting in less specialization for resting than feeding. By using an interaction network approach, our study represents a valuable conservation tool for this endangered primate because they highlight the importance of identifying essential species for feeding and diurnal resting.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.32800/abc.2026.49.0012. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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