Fauna em Foco Science

Maxime Fecteau · Voix Plurielles · 2026

Le partage de la représentation : ce que l’écologie fait de nos frontières (fiction/réel, humain/non-humain)

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Este ensaio explora como a literatura pode responder à crise ecológica ao redefinir a noção de representação. Inicialmente centrado em um projeto de realismo geracional, o autor direciona sua abordagem para imagens e emoções capazes de “fazer sentir” o real em vez de apenas reproduzi-lo. Inspirando-se nas reflexões de Bruno Latour, Eduardo Kohn, Estelle Zhong Mengual e Baptiste Morizot, ele propõe uma escrita sensível às interações entre humanos e não humanos. Exemplos concretos – como a onça-pintada dos Runa e o pássaro em Pierre Morency – ilustram como o vivo nos percebe e nos convida a desenvolver uma humildade perceptiva. Esse “compartilhamento da representação” acompanha também uma prática: oficinas para sensibilizar os jovens sobre ecologia e criar narrativas que abram caminhos para futuros menos dominados apenas pelos “dados objetivos” do Antropoceno.

Resumo original em inglês

Cet essai explore comment la littérature peut répondre à la crise écologique en redéfinissant la notion de représentation. Initialement centré sur un projet de réalisme générationnel, l’auteur oriente ensuite son approche vers des images et des émotions capables de « faire ressentir » le réel plutôt que de le reproduire. En s’inspirant des réflexions de Bruno Latour, Eduardo Kohn, Estelle Zhong Mengual et Baptiste Morizot, il envisage une écriture sensible aux interactions entre humains et non-humains. Des exemples concrets – le jaguar des Runa, l’oiseau chez Pierre Morency – illustrent comment le vivant nous perçoit et nous invite à développer une humilité perceptive. Ce « partage de la représentation » s’accompagne également d’une démarche : des ateliers pour sensibiliser les jeunes à l’écologie et concevoir des récits qui ouvrent la voie à des futurs moins dominés par les seules « données objectives » de l’Anthropocène.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.26522/vp.v23i1.5552. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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