Lettuce get along: effects of feeding enrichment on green sea turtle behavior and interactions
Resumo em português
CONTEXTO: As tartarugas-verdes (Chelonia mydas) são principalmente solitárias na natureza, embora possam apresentar tolerância à conspecíficos em habitats compartilhados. Machos adultos são especialmente propensos a interações agonísticas, principalmente quando recursos como alimento, espaço ou parceiros são limitados. Em ambientes cativos, fatores como alta densidade populacional, tamanho limitado do recinto, proporção desequilibrada de sexos e enriquecimento ambiental insuficiente podem exacerbar comportamentos agressivos, resultando em aumento do estresse e risco de ferimentos. Práticas adequadas de manejo, como a provisão de habitats amplos e estruturalmente complexos com várias zonas de descanso, múltiplas estações de alimentação e enriquecimento ambiental, demonstraram mitigar a agressão e melhorar resultados no bem-estar animal. MÉTODOS: Este estudo de caso implementou métodos de varredura e amostragem de todas as ocorrências para documentar o comportamento e uso do espaço de dois machos adultos de tartaruga-verde, antes, durante e após três condições de alimentação: linha de base, vara de profundidade ou bloco de gelo flutuante. RESULTADOS: A variação comportamental foi determinada principalmente pela fase da alimentação e horário do dia, mais do que pela condição de enriquecimento, com as tartarugas exibindo atividade anticipatória pré-alimentação, engajamento ativo durante a alimentação e aumento do repouso pós-alimentação. Interações agonísticas foram relativamente infrequentes, ocorrendo mais frequentemente após a alimentação, em comparação com antes e durante a alimentação, apenas na condição de enriquecimento com a vara de profundidade. CONCLUSÃO: Estes resultados contribuem para o corpo limitado de pesquisa sobre os efeitos do enriquecimento alimentar nas interações de machos cativos de tartaruga-verde e podem orientar o manejo em aquários visando minimizar agressão e aprimorar o bem-estar animal.
Resumo original em inglês
IintroductionGreen sea turtles (Chelonia mydas) are primarily solitary in the wild, although they may exhibit tolerance toward conspecifics within shared habitats. Adult males are particularly prone to agonistic interactions, especially when resources such as food, space, or mates are limited. In captive environments, factors including high population density, limited enclosure size, skewed sex ratios, and insufficient environmental enrichment may exacerbate aggressive behaviors, resulting in increased stress and risk of injury. Appropriate husbandry practices such as the provision of large, structurally complex habitats with numerous resting zones, multiple feeding stations, and environmental enrichment have been shown to mitigate aggression and improve welfare outcomes.MethodsThis case study implemented scan and all-occurrence sampling methods to document the behavior and space use of two adult male green sea turtles preceding, during, and following three feeding conditions: baseline, depth pole, or floating ice block.ResultsBehavioral variation was driven primarily by feeding phase and time of day rather than by enrichment condition, with turtles exhibiting anticipatory activity pre-feeding, active engagement during feeding, and increased resting post-feeding. Agonistic interactions were relatively infrequent but occurred most often after feeding compared to preceding and during feeding only for the depth pole enrichment condition.ConclusionThese results contribute to the limited body of research on the effects of feeding enrichment on captive male green sea turtle interactions, and can inform aquarium management aimed at minimizing aggression and improving animal welfare.
Espécies citadas
- Chelonia mydas · tartaruga-verde
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Nomes populares variam entre regiões e uma mesma palavra pode designar espécies diferentes. Confira sempre o nome científico: Chelonia mydas.
Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3389/fetho.2026.1886897. Ler o artigo completo na fonte ↗
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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.
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