Fauna em Foco Science

Inma Herrera, Antonio G. Ramos, Ángel Rodríguez‐Santana, Ricardo Haroun · Ecology and Evolution · 2026

Long‐Term Fluctuations in Cetacean Occurrence Derived From Whale‐Watching Platforms Off Southwest Gran Canaria: Evaluating Their Potential as an Ecological Indicator

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
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A variabilidade de longo prazo nos padrões de detecção de cetáceos em arquipélagos oceânicos ainda é pouco documentada, o que limita nossa compreensão das dinâmicas temporais e sua relevância para a conservação e manejo marinho. Aqui, analisamos um conjunto de dados de 18 anos (2004-2025) com 9275 detecções de cetáceos coletadas em plataformas de observação de baleias na costa sudoeste de Gran Canaria (Ilhas Canárias, Atlântico Nordeste). Vinte espécies de cetáceos foram detectadas, com odontocetos dominando os registros, variabilidade sazonal marcante e detecções recorrentes de grupos de mãe e filhote de golfinho pintado do atlântico (Stenella frontalis) e golfinho-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) em águas costeiras. Modelos específicos por espécie revelaram trajetórias temporais contrastantes entre os táxons, enquanto as relações diretas entre as detecções mensais e a temperatura da superfície do mar ou a concentração de clorofila-a foram limitadas após considerar a variabilidade temporal e o esforço amostral. As avistagens padronizadas por unidade de esforço (SPUE) mostraram variabilidade temporal substancial, incluindo aumento nas taxas de detecção durante 2013-2019, redução acentuada no período da COVID-19 e taxas de detecção variáveis posteriormente, refletindo a influência combinada da interrupção na amostragem e da variabilidade natural nos padrões de detecção de cetáceos. Análises espaciais mostraram sobreposição entre áreas de detecção recorrente de cetáceos e as Áreas Especiais de Conservação (SACs) existentes, enquanto áreas adicionais de detecção frequente foram identificadas fora dos limites das áreas protegidas atuais. Nossos resultados demonstram o valor dos conjuntos de dados de observação de baleias de longo prazo como fontes complementares de informação para avaliar a variabilidade temporal e espacial dos cetáceos. Embora a SPUE forneça um índice econômico de padrões de detecção padronizados pelo esforço, é necessária validação adicional com abordagens independentes de monitoramento antes que possa ser incorporada como um indicador ecológico robusto.

Resumo original em inglês

ABSTRACT Long‐term variability in cetacean detection patterns in oceanic archipelagos remains poorly documented, limiting our understanding of temporal dynamics and their relevance for marine conservation and management. Here, we analysed an 18‐year dataset (2004–2025) comprising 9275 cetacean detections collected from whale‐watching platforms off south‐western Gran Canaria (Canary Islands, NE Atlantic). Twenty cetacean species were detected, with odontocetes dominating the records, marked seasonal variability and recurrent detection of mother–calf groups of Stenella frontalis and Tursiops truncatus in coastal waters. Species‐specific models revealed contrasting temporal trajectories among taxa, while direct relationships between monthly detections and sea surface temperature or chlorophyll‐a concentration were limited after accounting for temporal variability and sampling effort. Effort‐standardised sightings per unit effort (SPUE) showed substantial temporal variability, including increased detection rates during 2013–2019, a marked reduction during the COVID‐19 period, and variable detection rates thereafter, reflecting the combined influence of sampling disruption and natural variability in cetacean detection patterns. Spatial analyses showed overlap between areas of recurrent cetacean detections and existing Special Areas of Conservation (SACs), while additional areas of frequent detections were identified outside current protected boundaries. Our results demonstrate the value of long‐term whale‐watching datasets as complementary sources of information for assessing cetacean temporal and spatial variability. Although SPUE provides a cost‐effective index of effort‐standardised detection patterns, further validation with independent monitoring approaches is required before it can be incorporated as a robust ecological indicator.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1002/ece3.74232. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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