Fauna em Foco Science

Szabó MPJ, Suzin A, Vogliotti A, Maia RDC, Labruna MB. · Acta tropica · 2026

Low exposure of dogs to ticks and Rickettsia spp. in the vicinity of the largest inland Atlantic rainforest remnant in Southern Brazil.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Cães que acessam áreas naturais no Brasil estão expostos a espécies de carrapatos tipicamente associadas a carnívoros silvestres, alguns dos quais são vetores de Rickettsia patogênicas. Cães infestados podem transportar carrapatos para as residências e atuar como hospedeiros amplificadores desses agentes. O Parque Nacional do Iguaçu (PNI), uma importante reserva interiorana da Mata Atlântica no Brasil, abriga pelo menos nove espécies de carrapatos e cinco espécies de Rickettsia. Este estudo avaliou a infestação por carrapatos em 116 cães rurais de propriedades ao longo de grande parte dos 420 km do perímetro do PNI e em 22 cães urbanos de áreas adjacentes à floresta em Foz do Iguaçu. Soros de 39 cães foram testados contra cinco antígenos de Rickettsia usando ensaio de imunofluorescência indireta. Um total de 169 carrapatos foi coletado, incluindo Rhipicephalus linnaei (n=87), Amblyomma ovale (n=62), Amblyomma coelebs (n=5) e Rhipicephalus microplus (n=3), com prevalência geral de infestação de 28,3%. A soroprevalência para Rickettsia spp. foi de 42,9% em cães rurais e 18,1% em cães urbanos. Os títulos mais altos foram 1:512 em cães rurais (contra Rickettsia parkeri, Rickettsia amblyommatis e Rickettsia rhipicephali) e 1:256 em cães urbanos (contra Rickettsia rickettsii), enquanto os títulos medianos foram zero. Tanto a infestação por carrapatos quanto a exposição a Rickettsia foram menores do que as reportadas em cães de outras regiões da Mata Atlântica. Estes achados sugerem uma exposição geral limitada de cães de vida livre a carrapatos e Rickettsia spp. São necessárias investigações adicionais para entender as causas dessa baixa exposição, incluindo a potencial influência da população de onças-pintadas e outros carnívoros silvestres no PNI, que podem restringir o acesso dos cães às áreas florestais.

Resumo original em inglês

Dogs accessing natural areas in Brazil are exposed to tick species typically associated with wild carnivores, some of which are vectors of pathogenic Rickettsia. Infested dogs may transport ticks into households and act as amplifying hosts for these agents. Iguaçu National Park (INP), a major inland Atlantic Forest reserve in Brazil, harbors at least nine tick species and five Rickettsia species. This study evaluated tick infestation in 116 rural dogs from properties along most of the 420 km perimeter of INP and 22 urban dogs from forest-adjacent areas in Foz do Iguaçu. Sera from 39 dogs were tested against five Rickettsia antigens using an indirect immunofluorescence assay. A total of 169 ticks were collected, including Rhipicephalus linnaei (n=87), Amblyomma ovale (n=62), Amblyomma coelebs (n=5), and Rhipicephalus microplus (n=3), with an overall infestation prevalence of 28.3%. Seroprevalence against Rickettsia spp. was 42.9% in rural dogs and 18.1% in urban dogs. The highest titers were 1:512 in rural dogs (against R. parkeri, R. amblyommatis, and R. rhipicephali) and 1:256 in urban dogs (against R. rickettsii), while median titers were zero. Both tick infestation and Rickettsia exposure were lower than those reported in dogs from other Atlantic Forest regions. These findings suggest an overall limited exposure of free-ranging dogs to ticks and Rickettsia spp. Further investigation is needed to understand the causes of this low exposure, including the potential influence of the jaguar population and other wild carnivores in INP, which may restrict dog access to forested areas.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1016/j.actatropica.2026.107975. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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