Macroscopic Markers of Dolphin Healing at Sea Linked to Immunity
Resumo em português
A cicatrização de feridas tem sido amplamente estudada em humanos e animais de laboratório, mas não em golfinhos. Feridas graves em humanos exigem intervenção médica extensiva para evitar infecção. No entanto, feridas graves em golfinhos-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) em vida livre cicatrizam sem infecção em mares infestados de microrganismos, uma distinção marcante. Um ataque de tubarão testemunhado ocularmente em um golfinho-nariz-de-garrafa jovem resultou em 8 anos de marcadores macroscópicos em um golfinho vivo em recuperação, com dias de cicatrização conhecidos. No total, 106 históricos de cicatrização foram gerados a partir do estudo etológico de 20 anos da autora sobre golfinhos-nariz-de-garrafa em vida livre em St. Petersburg, FL, EUA. Os resultados mostram que a cicatrização de feridas sem auxílio no mar envolve dois padrões consecutivos de pigmentação macroscópica, as feridas formam selos preliminares entre 4 e 8 semanas, e a maioria cicatriza em cicatrizes atróficas que se remodelam por anos. Os marcadores macroscópicos em golfinhos vivos em recuperação apresentam forte correspondência com padrões macroscópicos de feridas em golfinhos-de-fraser (Lagenodelphis hosei) encalhados, demonstrando vínculo entre marcadores macroscópicos e atividades imunológicas. Este é o primeiro estudo a relacionar marcadores macroscópicos visíveis como padrões de pigmentação relacionados à cicatrização com a imunidade. Marcadores macroscópicos são ferramentas de conservação para monitorar impactos antropogênicos no aumento da susceptibilidade à infecção no mar e podem levar a novas terapias na medicina veterinária e regenerativa humana.
Resumo original em inglês
Wound healing has been studied extensively in humans and lab animals, but not in dolphins. Severe human wounds require extensive medical intervention to avoid infection. Yet severe wounds on free-ranging dolphins heal without infection in microbial-infested seas, a compelling distinction. An eye-witnessed shark attack on a yearling bottlenose dolphin yielded 8 years of macroscopic markers on a live recuperating dolphin by known days of healing. In total, 106 healing histories were generated from the author’s 20-year ethological study of free-ranging bottlenose dolphins ( Tursiops truncatus ) in St. Petersburg, FL, USA. Results show that unaided wound healing at sea involves two consecutive macroscopic pigment patterns, wounds form preliminary seals by 4–8 weeks, and most heal to atrophic scars that remodel for years. Macroscopic markers in live recuperating dolphins show strong matches with macroscopic wound patterns in stranded Fraser’s dolphins ( Lagenodelphis hosei ), demonstrating links between macroscopic markers and immune activities. This is the first study to link macroscopic markers visible as healing-related pigment patterns to immunity. Macroscopic markers are conservation tools for tracking anthropogenic impacts on increased susceptibility to infection at sea and could lead to novel therapies in veterinary and human regenerative medicine.
Espécies citadas
- Tursiops truncatus · golfinho-nariz-de-garrafa
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Nomes populares variam entre regiões e uma mesma palavra pode designar espécies diferentes. Confira sempre o nome científico: Tursiops truncatus. - Lagenodelphis hosei · golfinho-de-fraser
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Nomes populares variam entre regiões e uma mesma palavra pode designar espécies diferentes. Confira sempre o nome científico: Lagenodelphis hosei.
Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3390/ani16020305. Ler o artigo completo na fonte ↗
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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.
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