Fauna em Foco Science

Destro ALF, Agripino JM, Marquezini LMB, Duré AÍL, Adelino TÉR, Bitencourth K, Mariotini-Moura C, Dias de Oliveira Teixeira M, Fietto JLR, de Siqueira CLM, da Silva ELF, Acosta ICL, Nóbrega YC, Santos MRD, de Souza Vasconcellos R. · ACS omega · 2026

Mapping Potential Risks for the Transmission of Spotted Fever Rickettsiosis after Environmental Changes in an Atlantic Forest Region in Brazil.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Febre maculosa brasileira (FMB), causada por Rickettsia rickettsii, é uma doença fatal transmitida por carrapatos endêmica no sudeste do Brasil. Este estudo avalia a eco-epidemiologia da FMB em Santa Cruz do Escalvado, Minas Gerais, uma região impactada por mudanças ambientais significativas após o rompimento da barragem de Fundão em 2015. Realizamos levantamentos sorológicos e moleculares em mamíferos (n = 97) e carrapatos (n = 1.123) para avaliar a circulação do patógeno. A análise sorológica revelou prevalência de 27,5% de anticorpos anti-R. rickettsii em cães, um aumento marcante comparado aos dados históricos (2% em 2009) da mesma região. Por outro lado, sentinelas da vida selvagem (gambás, capivaras) mostraram sororreatividade mínima. A triagem molecular dos carrapatos identificou Rickettsia bellii e um genótipo semelhante a Rickettsia tamurae/Rickettsia monacensis em Amblyomma dubitatum e Amblyomma sculptum, respectivamente; contudo, DNA de R. rickettsii não foi detectado em nenhum vetor. Esses achados sugerem uma dicotomia nos ciclos de transmissão: um ciclo periurbano com alta exposição canina impulsionado por A. sculptum, e um ciclo ripário envolvendo A. dubitatum que hospeda agentes não-R. rickettsii. A discrepância entre a alta soropositividade canina e a ausência de R. rickettsii nos vetores sugere que a reatividade cruzada com riquétsias emergentes do grupo SFG pode estar confundindo os sinais da vigilância, destacando a necessidade de diagnósticos moleculares específicos na avaliação de risco.

Resumo original em inglês

Brazilian Spotted Fever (BSF), caused by Rickettsia rickettsii , is a fatal tick-borne disease endemic to southeastern Brazil. This study evaluates the eco-epidemiology of BSF in Santa Cruz do Escalvado, Minas Gerais, a region impacted by significant environmental changes following the 2015 Fundão dam collapse. We conducted serological and molecular surveys of mammals ( n = 97) and ticks ( n = 1,123) to assess pathogen circulation. Serological analysis revealed a 27.5% prevalence of anti- R. rickettsii antibodies in dogs, a marked increase compared to historical data (2% in 2009) from the same region. Conversely, wildlife sentinels (opossums, capybaras) showed minimal seroreactivity. Molecular screening of ticks identified Rickettsia bellii and a Rickettsia tamurae / Rickettsia monacensis -like genotype in Amblyomma dubitatum and Amblyomma sculptum , respectively; however, R. rickettsii DNA was not detected in any vector. These findings suggest a dichotomy in transmission cycles: a peri-urban cycle with high canine exposure driven by A. sculptum , and a riparian cycle involving A. dubitatum harboring non- R. rickettsii agents. The discrepancy between high canine seropositivity and the absence of R. rickettsii in vectors suggests that cross-reactivity with emerging SFG rickettsiae may be confounding surveillance signals, highlighting the need for specific molecular diagnostics in risk assessment.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1021/acsomega.6c03352. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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