Fauna em Foco Science

Barros RM, de Macêdo IL, de Sousa DER, da Fonseca YNG, de Albuquerque Cerqueira L, de Toledo Costa GR, Hirano LQL, de Castro MB. · Primates; journal of primatology · 2026

Mechanical traumatic injuries as a cause of death in free-ranging neotropical non-human primates living in anthropogenic matrices.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

As lesões traumáticas são uma causa importante de morbidade e mortalidade em primatas não humanos (PNH) livres, frequentemente associadas a pressões antrópicas como perda de habitat, urbanização e interações com animais domésticos. Este estudo caracterizou alguns padrões epidemiológicos, espaciais e patológicos de lesões traumáticas mecânicas em primatas não humanos livres provenientes de áreas antropicamente alteradas do Distrito Federal. De 696 necropsias realizadas, 215 casos (30,9%) envolveram trauma mecânico. Os micos-estrelas (Callithrix penicillata) foram as espécies mais afetadas (90,2%), seguidos pelos macacos-prego (Sapajus libidinosus, 6,5%) e bugios (Alouatta caraya, 3,3%). Adultos foram mais frequentemente afetados do que juvenis, sem diferenças relacionadas ao sexo. Traumas contusos corresponderam à maioria dos casos (82,3%), geralmente como politraumatismo, com envolvimento craniano em 65,2% dos animais. A predação por carnívoros foi a principal causa de trauma contuso-penetrante (89,4%), enquanto ferimentos por arma de fogo foram raros. Fraturas ósseas foram identificadas em 65,1% dos casos, mais frequentemente envolvendo o crânio e ossos longos, e lesões internas foram frequentes nas cavidades torácica e abdominal. Esses achados demonstram que o trauma mecânico representa uma ameaça crítica aos PNH em áreas urbanas e periurbanas, onde a exposição a infraestruturas humanas e animais domésticos é intensificada. Os resultados ressaltam a necessidade de estratégias de mitigação para reduzir a mortalidade e apoiar a conservação das populações de primatas livres em paisagens dominadas por humanos.

Resumo original em inglês

Traumatic injuries are a major cause of morbidity and mortality in free-ranging non-human primates (NHPs), often associated with anthropogenic pressures such as habitat loss, urbanization, and interactions with domestic animals. This study characterized some epidemiological, spatial, and pathological patterns of mechanical traumatic injuries in free-ranging non-human primates from anthropogenically altered areas of the Federal District. Of 696 necropsies performed, 215 cases (30.9%) involved mechanical trauma. Black-tufted marmosets (Callithrix penicillata) were the most affected species (90.2%), followed by capuchins (Sapajus libidinosus, 6.5%) and howler monkeys (Alouatta caraya, 3.3%). Adults were more frequently affected than juveniles, with no sex-related differences. Blunt trauma accounted for the majority of cases (82.3%), most commonly as polytrauma, with cranial involvement in 65.2% of animals. Carnivore predation was the leading cause of blunt-penetrating trauma (89.4%), while gunshot injuries were rare. Bone fractures were identified in 65.1% of cases, most often involving the skull and long bones, and internal injuries were frequent in the thoracic and abdominal cavities. These findings demonstrate that mechanical trauma represents a critical threat to NHPs in urban and peri-urban areas, where exposure to human infrastructure and domestic animals is heightened. The results underscore the need for mitigation strategies to reduce mortality and support the conservation of free-ranging primate populations in human-dominated landscapes.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1007/s10329-026-01248-1. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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