Microplastic Munchies: Exploring Microplastic Trophic Transfer Potential Between Two Key Prey Fish Species and Resident Common Bottlenose Dolphins (<i>Tursiops truncatus</i>) in Sarasota Bay, Florida.
Resumo em português
Microplásticos foram identificados em centenas de espécies, com evidências de transferência trófica via presas contaminadas. Os golfinhos-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) da Baía de Sarasota atuam como sentinelas da poluição costeira, incluindo plásticos e plastificantes químicos. Pesquisas anteriores confirmaram a ingestão de microplásticos nesses golfinhos (100,0%, n = 7) e ampla contaminação em 11 espécies comuns de presas (96,5%, n = 86). Este estudo comparou as características dos microplásticos em golfinhos, boca-de-sapo-do-golfo (Opsanus beta, n = 30) e sargo-esverdeado-caribenho (Lagodon rhomboides, n = 35), para avaliar o potencial de transferência trófica. A ingestão pelos golfinhos foi avaliada por amostras gástricas (n = 23) e fecais (n = 15) de avaliações de saúde captura-e-liberação (2022-2024), enquanto tecidos gastrointestinais e musculares das presas foram analisados. Partículas foram prevalentes nas amostras (golfinhos: 82,6%, sargo-esverdeado-caribenho: 97,1%, boca-de-sapo-do-golfo: 96,7%), com fibras como forma dominante. Espectroscopia Raman confirmou polímeros plásticos (PL, PP e PET) em todas as espécies. O sargo-esverdeado-caribenho apresentou maior carga mediana de partículas (1,4 partículas/g de tecido) que o boca-de-sapo-do-golfo (0,6 partículas/g de tecido; p = 0,006). Com base na estimativa de ingestão alimentar diária (5,96-6,45 kg) e composição da dieta (boca-de-sapo-do-golfo 34,1%, sargo-esverdeado-caribenho 38,1%), os golfinhos-nariz-de-garrafa de Sarasota podem ingerir mais de 10.000 partículas/dia apenas por meio desses peixes. Presas contaminadas podem ser vetores da exposição dos golfinhos-nariz-de-garrafa a microplásticos. Este estudo destaca a necessidade de mais pesquisas sobre os caminhos dos microplásticos nas cadeias alimentares marinhas e suas implicações para a vida selvagem.
Resumo original em inglês
Microplastics have been identified in hundreds of species, with evidence of trophic transfer via contaminated prey. Sarasota Bay common bottlenose dolphins ( Tursiops truncatus ) serve as sentinels of coastal pollution, including plastics and chemical plasticizers. Previous research confirmed microplastic ingestion in these dolphins (100.0%, n = 7) and extensive contamination in 11 common prey species (96.5%, n = 86). This study compared microplastic characteristics in dolphins, Gulf toadfish ( Opsanus beta , n = 30) and pinfish ( Lagodon rhomboides , n = 35), to assess potential trophic transfer. Dolphin ingestion was evaluated using gastric ( n = 23) and fecal ( n = 15) samples from catch-and-release health assessments (2022-2024), while prey gastrointestinal and muscle tissues were screened. Particles were prevalent across samples (dolphins: 82.6%, pinfish: 97.1%, toadfish: 96.7%), with fibers as the dominant shape. Raman spectroscopy confirmed plastic polymers (PL, PP, and PET) in all species. Pinfish had a higher median particle load (1.4 particles/g tissue) than toadfish (0.6 particles/g tissue; p = 0.006). Based on estimated daily food intake (5.96-6.45 kg) and diet composition (toadfish-34.1%, pinfish-38.1%), Sarasota dolphins may ingest more than 10,000 particles/day from these fish alone. Contaminated prey may be vectors for dolphin microplastic exposure. This study emphasizes the need for further research on microplastic pathways in marine food webs and implications for wildlife.
Espécies citadas
- Tursiops truncatus · golfinho-nariz-de-garrafa
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Nomes populares variam entre regiões e uma mesma palavra pode designar espécies diferentes. Confira sempre o nome científico: Tursiops truncatus. - Lagodon rhomboides · sargo-esverdeado-caribenho
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Nomes populares variam entre regiões e uma mesma palavra pode designar espécies diferentes. Confira sempre o nome científico: Lagodon rhomboides. - Opsanus beta · boca-de-sapo-do-golfo
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Nomes populares variam entre regiões e uma mesma palavra pode designar espécies diferentes. Confira sempre o nome científico: Opsanus beta.
Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1111/mms.70198. Ler o artigo completo na fonte ↗
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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.
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