Fauna em Foco Science

Amadei SS, Campos J, de Matos AMRN, Speçato KA, Caldart ET, Bracarense APFRL, Hagen F, de Camargo ZP, Rodrigues AM. · Mycopathologia · 2026

Molecular detection of medically relevant Sporothrix species in roadkilled wildlife in the Brazilian Atlantic forest.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

A rápida expansão da esporotricose zoonótica na América do Sul exige estratégias inovadoras de vigilância para identificar nichos ecológicos naturais. Animais atropelados fornecem uma oportunidade única e subutilizada para monitorar a circulação de Sporothrix em paisagens impactadas pelo homem. Realizamos um levantamento molecular por meio de uma reação em cadeia da polimerase quantitativa em tempo real (qPCR) com sonda triplex, direcionada a espécies patogênicas de Sporothrix, em 81 vertebrados atropelados (mamíferos, aves e répteis) coletados ao longo das rodovias BR-376 e PR-445, que atravessam a Mata Atlântica no Paraná, Brasil (2017-2023). O DNA genômico de órgãos viscerais (coração, fígado, pulmão e baço) foi analisado para detectar DNA fúngico. O DNA de Sporothrix foi detectado em 13,6% (11/81) das amostras. Sporothrix schenckii predominou, sendo identificado em mamíferos silvestres (gato-do-mato (Leopardus guttulus), gambá-de-orelha-branca (Didelphis albiventris) e lebre-europeia (Lepus europaeus)) e em diversas aves (pica-pau-bronzeado (Colaptes melanochloros), piaya (Piaya cayana) e araçari-de-bico-preto (Selenidera maculirostris)), indicando exposição sistêmica. De forma marcante, Sporothrix brasiliensis foi detectado em aves hospedeiras (rolinha-picuí (Columbina picui), jacuatia (Crypturellus tataupa)), desafiando a hipótese da exclusão térmica e implicando as aves como potenciais vetores aéreos. Além disso, Sporothrix globosa foi encontrado em Dasyprocta spp. e co-detectado com Sporothrix brasiliensis em rolinha-picuí (Columbina picui). Notavelmente, um réptil (Oxyrhopus spp.) testou positivo para Sporothrix globosa e Sporothrix schenckii, ampliando o espectro conhecido de hospedeiros, possivelmente por transmissão trófica. Embora distinguir a presença transitória de DNA da infecção ativa exija validação histopatológica, esses achados sugerem que a vida silvestre em corredores fragmentados pode funcionar como reservatórios, amplificadores biológicos ou vetores mecânicos, e não apenas hospedeiros incidentais, reforçando a desfocagem das fronteiras entre os ciclos de transmissão silvestre e sintrópica. Neste contexto, integrar a biossegurança de animais atropelados em uma abordagem One Health é vital para rastrear a carga ambiental de patógenos e antecipar o transbordamento zoonótico.

Resumo original em inglês

The rapid expansion of zoonotic sporotrichosis in South America necessitates innovative surveillance strategies to identify natural ecological niches. Roadkill provides a unique, underutilized opportunity to monitor Sporothrix circulation within human-impacted landscapes. We conducted a molecular survey via a triplex probe quantitative real-time PCR (qPCR) assay targeting pathogenic Sporothrix species in 81 roadkilled vertebrates (mammals, birds, and reptiles) collected along highways BR-376 and PR-445 traversing the Atlantic Forest in Paraná, Brazil (2017-2023). Genomic DNA from visceral organs (heart, liver, lung, and spleen) was screened for fungal DNA. Sporothrix DNA was detected in 13.6% (11/81) of the samples. Sporothrix schenckii predominated, identified in wild mammals (Leopardus guttulus, Didelphis albiventris, and Lepus europaeus) and diverse birds (Colaptes melanochloros, Piaya cayana, and Selenidera maculirostris), indicating systemic exposure. Strikingly, S. brasiliensis was detected in avian hosts (Columbina picui, Crypturellus tataupa), challenging the thermal-exclusion hypothesis and implicating birds as potential aerial vectors. Furthermore, S. globosa was found in Dasyprocta spp. and was co-detected with S. brasiliensis in Columbina picui. Notably, a reptile (Oxyrhopus spp.) was positive for S. globosa and S. schenckii, expanding the known host spectrum, potentially via trophic transmission. Although distinguishing transient DNA carriage from active infection requires histopathological validation, these findings suggest that wildlife in fragmented corridors may function as reservoirs, biological amplifiers, or mechanical vectors rather than incidental hosts, reinforcing the blurring boundaries between sylvatic and synanthropic transmission cycles. In this context, integrating roadkill biosurveillance into a One Health framework is vital for tracking environmental pathogen loads and anticipating zoonotic spillover.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1007/s11046-026-01067-4. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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