Fauna em Foco Science

Catherine E. Meyer, Rochelle Constantine, Geraldine Busquets-Vass, Sarah Crofts, Karen K. Martien, Carol Palmer, Holly Raudino, Caitlin Bonham Smith, Caroline R. Weir, Jochen R. Zaeschmar, Emma L. Carroll · Royal Society Open Science · 2026

Patterns of foraging ecology in a highly mobile, socially complex marine predator

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

RESUMO A estrutura social desempenha um papel fundamental na modelagem das dinâmicas ecológicas e evolutivas em animais que vivem em grupos, embora sua influência sobre a conectividade genética e a ecologia alimentar permaneça pouco estudada em predadores marinhos de ampla movimentação. Neste estudo, utilizamos o sequenciamento de DNA mitocondrial (mtDNA) e isótopos estáveis de carbono (δ13C) e nitrogênio (δ15N) para avaliar a conectividade matrilinear e ecológica em um predador marinho altamente móvel e socialmente complexo, a falsa orca (Pseudorca crassidens). Analisamos amostras de pele (n = 164) coletadas em três regiões diferentes do Hemisfério Sul: um evento de encalhe nas Ilhas Malvinas (nS = 19), animais biopsiados na Austrália (nB = 7) e uma combinação de animais encalhados e biopsiados na Aotearoa Nova Zelândia (nS = 52, nB = 86). Designamos conjuntos de amostras como partições separadas (n = 8) com base na região de amostragem, tipo de amostra e/ou período de coleta. O número e a diversidade de haplótipos foram baixos dentro das partições, representando agrupamentos sociais conhecidos ou presumidos de falsas orcas, com diferenciação significativa tanto geral quanto entre pares (FST = 0,89, p ≤ 0,01; ΦST = 0,94, p < 0,01), consistente com grupos matrilineares distintos. Esses agrupamentos sociais apresentaram nichos isotópicos estreitos (menos de 2‰2) com pouca ou nenhuma sobreposição entre eles (menos de 5%), sugerindo separação ecológica. Estes achados destacam o valor de conjuntos de dados complementares para compreender tanto a divergência genética quanto a ecológica em mamíferos sociais de ampla movimentação.

Resumo original em inglês

AbstractSocial structure plays a key role in shaping ecological and evolutionary dynamics in group-living animals, yet its influence on genetic connectivity and foraging ecology remains understudied in wide-ranging marine predators. Here, we used mitochondrial DNA (mtDNA) sequencing and stable isotopes of carbon (δ13C) and nitrogen (δ15N) to evaluate matrilineal and ecological connectivity in a highly mobile, socially complex marine predator, the false killer whale (Pseudorca crassidens). We analysed skin samples (n = 164) collected from three different Southern Hemisphere regions: a stranding event in Falkland Islands (nS = 19), biopsied animals from Australia (nB = 7) and a combination of stranded and biopsied animals from Aotearoa New Zealand (nS = 52, nB = 86). We designated sets of samples as separate partitions (n = 8) based on sampling region, sample type and/or time of sampling. Haplotype number and diversity were low within sample partitions representing (known or presumed) social clusters of false killer whales, with significant overall and pairwise differentiation (FST = 0.89, p ≤ 0.01; ΦST = 0.94, p < 0.01), consistent with distinct matrilineal groups. These social clusters each had narrow isotopic niche regions (less than 2‰2) with little or no overlap between them (less than 5%), suggesting ecological separation. These findings highlight the value of complementary datasets in understanding both genetic and ecological divergence in wide-ranging social mammals.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1098/rsos.252202. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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