Fauna em Foco Science

Nerea Valles-Murcia, Laura Torrejón-Rodriguez, Alba Cayuela-Hernández, Raquel Escrig, Alba González-Timoneda, Máximo Vento, Álvaro Solaz-García · Anales de Pediatría · 2026

Pinzamiento diferido del cordón umbilical y fracción inspiratoria de oxígeno en el paciente prematuro: implicaciones en la estabilización posnatal

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

RESUMO: A transição fetal-neonatal envolve profundas mudanças respiratórias e hemodinâmicas que permitem a passagem da troca gasosa transplacentária para a pulmonar e a conversão da circulação fetal em circulação neonatal. Nos últimos anos, foram introduzidas modificações importantes nas estratégias de estabilização na sala de parto, especialmente no manejo do cordão umbilical e na fração inspirada inicial de oxigênio (FiO2) em recém-nascidos prematuros. O objetivo desta revisão é analisar a evidência disponível sobre o pinçamento diferido do cordão umbilical, a ventilação com o cordão intacto e as estratégias iniciais de oxigenoterapia durante a estabilização pós-natal. Realizou-se uma revisão narrativa da literatura científica recente, incluindo estudos experimentais, ensaios clínicos e metanálises que avaliam o impacto dessas intervenções em recém-nascidos a termo e prematuros durante a transição neonatal precoce. O pinçamento diferido do cordão umbilical permite uma transfusão placentária adicional, aumentando o volume sanguíneo circulante, melhorando a pré-carga ventricular e promovendo uma transição cardiovascular mais estável. Esses efeitos estão associados à estabilização mais precoce da frequência cardíaca e da saturação de oxigênio, bem como à redução da necessidade de oxigênio suplementar. A ventilação com o cordão intacto permite o início da respiração mantendo o suporte hemodinâmico placentário, facilitando uma transição cardiorrespiratória mais gradual. Além disso, evidências recentes sugerem que níveis iniciais de FiO2 superiores a 0,30 podem facilitar o alcance das saturações-alvo nos primeiros minutos de vida, especialmente em prematuros extremos.

Resumo original em inglês

Resumen: La transición fetal-neonatal implica profundos cambios respiratorios y hemodinámicos que permiten el paso del intercambio gaseoso transplacentario al pulmonar y la conversión de la circulación fetal en circulación neonatal. En los últimos años se han introducido modificaciones relevantes en las estrategias de estabilización en sala de partos, particularmente en relación con el manejo del cordón umbilical y la fracción inspiratoria inicial de oxígeno (FiO 2 ) en recién nacidos prematuros. El objetivo de esta revisión es analizar la evidencia disponible sobre el pinzamiento diferido del cordón umbilical, la ventilación con cordón intacto y las estrategias de oxigenoterapia inicial durante la estabilización posnatal. Se realizó una revisión narrativa de la literatura científica reciente, incluyendo estudios experimentales, ensayos clínicos y metaanálisis que evalúan el impacto de estas intervenciones en recién nacidos a término y pretérmino durante la transición neonatal. El pinzamiento diferido del cordón umbilical permite una transfusión placentaria adicional que incrementa la volemia circulante, mejora la precarga ventricular y favorece una transición cardiovascular más estable. Estos efectos se asocian con una estabilización más precoz de la frecuencia cardíaca y de la saturación de oxígeno, así como con menores requerimientos de oxígeno suplementario. La ventilación con el cordón intacto permite iniciar la respiración manteniendo el soporte hemodinámico placentario, facilitando una transición cardiorrespiratoria más gradual. Asimismo, la evidencia reciente sugiere que FiO 2 iniciales superiores a 0,30 pueden facilitar el alcance de saturaciones objetivo en los primeros minutos de vida, especialmente en prematuros extremos. Abstract: The transition to extrauterine life involves profound respiratory and hemodynamic changes that enable the shift from transplacental to pulmonary gas exchange and the conversion of fetal circulation to neonatal circulation. In recent years, important modifications have been introduced in delivery room stabilization strategies, particularly regarding umbilical cord management and the initial fraction of inspired oxygen (FiO 2 ) in preterm infants. The aim of this review is to analyze the available evidence on delayed umbilical cord clamping, ventilation with an intact umbilical cord, and initial oxygen strategies during postnatal stabilization. We performed a narrative review of the recent scientific literature, including experimental studies, clinical trials, and meta-analyses evaluating the impact of these interventions in term and preterm newborns during early neonatal transition. Delayed cord clamping allows additional placental transfusion, increasing the circulating blood volume, improving ventricular preload, and promoting a more stable cardiovascular transition. These effects are associated with earlier stabilization of heart rate and oxygen saturation, as well as reduced supplemental oxygen requirements. Ventilation with an intact umbilical cord allows initiation of respiration while maintaining placental hemodynamic support, facilitating a more gradual cardiorespiratory transition. In addition, recent evidence suggests that initial FiO 2 levels above 0.30 may facilitate achieving the target oxygen saturation in the first minutes of life, particularly in extremely preterm infants.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1016/j.anpedi.2026.504343. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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