Fauna em Foco Science

Marlon Ferrari, Sérvio Túlio Jacinto Reis, Naida Cristina Borges, Laila Massad Ribas, Fabiano José Ferreira de Sant’Ana · Veterinary Medicine International · 2026

Postmortem Abdominal Ultrasound in Healthy Wild Mammals for Application in Forensic Veterinary Medicine

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Métodos de diagnóstico por imagem têm sido usados na medicina humana para identificar e examinar cadáveres a fim de determinar a causa da morte. Na medicina veterinária, o uso desses recursos ainda é escasso e pouco conhecido, sendo necessário estabelecer a contribuição que métodos como o ultrassom poderiam fornecer na investigação da causa da morte em animais domésticos e selvagens. A ultrassonografia postmortem (USP) pode auxiliar a medicina legal a encontrar lesões que mesmo na necropsia convencional passam despercebidas. Assim, conhecer a sensibilidade e a precisão do método é importante e, por isso, o presente estudo teve como objetivo avaliar a aplicabilidade da técnica e descrever os achados por ultrassom abdominal em carcaças de mamíferos selvagens que morreram por causas naturais e em diferentes estados de autólise. Considerando que animais selvagens são frequentemente encontrados em situações adversas, como o tempo decorrido antes de serem descobertos, a temperatura de conservação e condições ambientais que podem mascarar o verdadeiro estado de autólise, e visto que o ultrassom é portátil, essa ferramenta se torna importante para a tomada de decisão do perito criminal. Assim, hipotetizamos que a aplicação da USP é uma alternativa importante para estabelecer o estado tanatológico (ET) e as condições para realizar a necropsia convencional. A escolha de mamíferos selvagens foi feita devido à sua semelhança com mamíferos domésticos, o que facilita a busca por literatura e padrões. Foram utilizados animais recebidos pelo Instituto de Criminalística Nacional da Polícia Federal do Brasil. Dezoito carcaças de mamíferos selvagens foram examinadas, em variados estados de autólise: três onças-pardas (Puma concolor), três onças-pintadas (Panthera onca), dois quatis (Nasua nasua), dois tamanduás-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), dois gambás-de-orelha-branca (Didelphis albiventris), um veado-campeiro (Ozotoceros bezoarticus), uma capivara (Hydrochoerus hydrochaeris), um lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), um gambá (Didelphis aurita), uma irara (Eira barbara) e um coelho-do-mato (Sylvilagus brasiliensis). A precisão e sensibilidade do exame ultrassonográfico foram observadas em quatro ETs: zero 0 (intacto), I (autólise leve), II (autólise moderada) e III (autólise marcante). A avaliação por ultrassom foi mais sensível para ET 0 e I; entretanto, ainda foi possível avaliar o fígado, baço, rins, intestino delgado e bexiga urinária em ETs avançados (II e III). Quanto maior o grau de autólise, menos estruturas e detalhes foram visualizados. Concluiu-se que mamíferos selvagens intactos ou discretamente autolisados são os mais adequados para avaliação por ultrassom postmortem, sendo os rins e a vesícula biliar as principais estruturas visualizadas nos casos de autólise avançada (ET II e III). Os achados deste estudo devem ser considerados preliminares, dado o desenho amostral heterogêneo e o número limitado de indivíduos por espécie.

Resumo original em inglês

Diagnostic imaging methods have been used in human medicine to identify and examine cadavers to determine the cause of death. In veterinary medicine, the use of these resources is still scarce and little known, and it is necessary to establish the contribution that methods such as ultrasound could provide to the investigation of the cause of death in domestic and wild animals. Postmortem ultrasonography (PMUS) can help forensic science find injuries that even in conventional necropsy go unnoticed. Thus, knowing the sensitivity and accuracy of the method is important and, therefore, the present study aimed to evaluate the applicability of the technique and describe the abdominal ultrasound findings in carcasses of wild mammals that died of natural causes and in different states of autolysis. Considering that wild animals are often found in adverse situations, such as the time elapsed before they are discovered, the conservation temperature and environmental conditions that may mask the true state of autolysis, and since ultrasound is portable, this tool becomes important for the forensic expert’s decision-making. Thus, we hypothesise that the application of PMUS is an important alternative for establishing the thanatological state (TS) and the conditions for performing conventional necropsy. The choice of wild mammals was made due to their similarity with domestic mammals, which facilitates the search for literature and standards. Animals received by the Instituto de Criminalística Nacional (National Forensic Institute) of the Federal Police of Brazil were used. Eighteen wild mammal carcasses were examined, in varying autolytic states: three pumas (Puma concolor), three jaguars (Panthera onca), two South American coatis (Nasua nasua), two giant anteaters (Myrmecophaga tridactyla), two white opossums (Didelphis albiventris), one pampas deer (Ozotoceros bezoarticus), one capybara (Hydrochoerus hydrochaeris), one maned wolf (Chrysocyon brachyurus), one black-eared opossum (Didelphis aurita), one tayra (Eira barbara) and one tapeti (Sylvilagus brasiliensis). The accuracy and sensitivity of the ultrasound examination were observed in four TSs: zero 0 (intact), I (mild autolysis), II (moderate autolysis) and III (marked autolysis). The ultrasound evaluation was more sensitive for TS 0 and I; however, it was still possible to evaluate the liver, spleen, kidneys, small intestine and urinary bladder in advanced TS (II and III). The greater the degree of autolysis, the fewer structures and details were visualised. It was concluded that intact or discretely autolysed wild mammals are the most suitable for evaluation by postmortem ultrasound and kidneys and gallbladder were the main structures visualised in cases with advanced autolysis (TS II and III). The findings of this study should be considered preliminary, given that the sampling design was heterogeneous and comprised a limited number of individuals per species.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1155/vmi/8878250. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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