Fauna em Foco Science

Wright EA, Lacy VA, Brugette GG, Roberts SM, Brookover EK, Hardy DM, Bradley RD. · Animals : an open access journal from MDPI · 2026

Prion Protein Codon Implicated in Resistance in Dogs Detected in Non-Domesticated Members of Mammalia.

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

As encefalopatias espongiformes transmissíveis (EET) são doenças neurodegenerativas fatais causadas pelo desdobramento incorreto de proteínas geradas na região do éxon 3 do gene da proteína priônica (PRNP). Investigações recentes utilizando ensaios de amplificação cíclica de desdobramento proteico indicaram que alguns canídeos apresentaram baixa suscetibilidade às EET devido a uma substituição não sinônima específica (humano: N159D/E; canídeo: N163D/E; alinhamento aqui: N302D/E) na proteína priônica, que pode conferir proteção contra a atividade de sementeira e propagação do príon. Para examinar a evolução molecular subjacente a essa observação, determinamos a distribuição taxonômica mamaliana da substituição N159D/E em 882 sequências de PRNP representando 26 Ordens, 132 famílias e 686 espécies. Duas famílias em Carnivora (Canidae e Mustelidae) e Chiroptera (Mormoopidae e Vespertilionidae), e uma família em Artiodactyla (Moschidae) e Rodentia (Erethrizontidae), apresentaram N159D/E, que tem sido relatada como conferindo resistência às EET. Embora não haja evidências diretas relacionando um padrão de resistência (parentesco filogenético, localização geográfica etc.) nessas espécies diversas, pode ser que pressões coevolutivas tenham levado 53 das 686 espécies examinadas (1 espécie doméstica, 52 espécies selvagens) a possuir N159D/E. Portanto, a presença de N159D/E pode não ser o único fator na determinação da sensibilidade às doenças priônicas; consequentemente, uma investigação mais detalhada nas 53 espécies, como experimentos de knockout, é recomendada.

Resumo original em inglês

Transmissible spongiform encephalopathies (TSE) are fatal neurodegenerative diseases caused by the misfolding of proteins generated in the exon 3 region of the prion protein gene ( PRNP ). Recent investigations using protein misfolding cyclic amplification assays indicated that some canids displayed a low susceptibility to TSE due to a specific nonsynonymous substitution (human: N159D/E; canid: N163D/E; alignment herein: N302D/E) in the prion protein that may confer protection against prion seeding activity and propagation. To examine the molecular evolution underlying this observation, we determined the mammalian taxonomic distribution of the N159D/E substitution in 882 PRNP sequences representing 26 Orders, 132 families, and 686 species. Two families each in Carnivora (Canidae and Mustelidae) and Chiroptera (Mormoopidae and Vespertilionidae), and one family each in Artiodactyla (Moschidae) and Rodentia (Erethrizontidae), possessed N159D/E that has been reported to confer resistance to TSEs. Although no direct evidence linked a pattern of resistance (phylogenetic relatedness, geographic location, etc.) in these diverse species, it may be that coevolutionary pressures led 53 of the examined 686 species (1 domestic species, 52 wild species) to possess N159D/E. Therefore, the presence of N159D/E may not be the only factor in determining sensitivity to prion diseases; consequently, a more detailed investigation into the 53 species, such as knockout experiments, is warranted.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3390/ani16071059. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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