Fauna em Foco Science

Rupprecht CE, Belsare AV. · Veterinary sciences · 2026

Rabies and Pinnipeds Reviewed: Premonitions, Perturbations, and Projections?

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Raiva é uma encefalite viral aguda, progressiva. Vertebrados de sangue quente são suscetíveis. Os principais reservatórios residem em Chiroptera e Carnivora. Entre estes últimos, representantes incluem cães, furões, raposas, chacais, mangustos, guaxinins e gambás. Dentro dos Carnivora, pinnípedes representam um grupo diverso com mais de 30 espécies atuais. Esses mamíferos marinhos ocorrem do Ártico à Antártida, mas não há revisão sobre raiva nesse grupo. Aparentemente, houve apenas um único caso de raiva em 1980 em Svalbard em uma foca anelada (Phoca hispida). Contudo, em 2024, casos incidentais surgiram em lobos-marinhos-australianos (Arctocephalus pusillus) da foz da África do Sul. Testes retrospectivos em material arquivado identificaram casos suspeitos datando de 2022. Atualmente, mais de 80 casos foram documentados em focas. Além disso, um novo foco em 2025 apareceu na Namíbia e casos em Angola são previsíveis. A caracterização viral apoia infecção por transbordamento via chacais-de-costas-pretas (Lupulella mesomelas). Uma mudança de hospedeiro parece provável, com transmissão intraspecífica contínua nos lobos-marinhos. Dada a natureza única dessa epizootia, as implicações para o hemisfério sul são numerosas. Infelizmente, faltam dados abrangentes sobre espécimes de pinnípedes examinados fora da África austral. Por exemplo, embora a Antártida seja considerada "livre de raiva", os padrões internacionais mínimos de apoio não são atendidos. Não ocorre vigilância laboratorial rotineira. Esse foco enzoótico de raiva entre focas na África austral apresenta desafios únicos para a região e uma oportunidade rara para considerar vigilância mais ampla. Além da vacinação parenteral direcionada dos lobos-marinhos, o envolvimento local inclui espécies vagrantes, como as focas-elefante (Mirounga leonina) e as focas-leopardo (Hydrurga leptonyx). A ausência de vigilância regional para pinnípedes, especialmente abrangendo o Oceano Antártico, exigiria resolução local proativa considerável e colaboração muito mais ampla quanto a preocupações futuras tanto para a saúde pública quanto para a biologia da conservação.

Resumo original em inglês

Rabies is an acute, progressive, viral encephalitis. Warm-blooded vertebrates are susceptible. Major reservoirs reside in the Chiroptera and Carnivora. Among the latter, representatives include dogs, ferret badgers, foxes, jackals, mongooses, raccoons, and skunks. Within the Carnivora, pinnipeds represent a diverse group of >30 extant species. These marine mammals range from the Arctic to Antarctica, but there is no review about rabies in this group. Apparently, only a single 1980 case of rabies occurred from Svalbard in a ringed seal ( Phoca hispida ). However, in 2024, incidental cases appeared within South African Cape fur seals ( Arctocephalus pusillus ). Retrospective testing of archival material identified suspect cases dating back to 2022. Currently, more than 80 cases have been documented in seals. Moreover, a new 2025 focus appeared in Namibia and cases in Angola are predictable. Viral characterization supports spillover infection via rabid black-backed jackals ( Lupulella mesomelas ). A host shift appears likely, with ongoing seal intraspecific transmission. Given the unique nature of this epizootic, implications for the southern hemisphere abound. Unfortunately, comprehensive data are lacking on pinniped specimens examined outside of southern Africa. For example, although Antarctica is considered 'rabies-free', minimal international standards for support are unmet. No routine laboratory-based surveillance occurs. This enzootic rabies focus among seals in southern Africa presents unique challenges for the region and a rare opportunity for considering broader surveillance. Besides targeted parenteral vaccination of fur seals, local engagement involves vagrant species, including elephant ( Mirounga leonina ) and leopard seals ( Hydrurga leptonyx ). The void of regional pinniped surveillance, especially encompassing the Southern Ocean would require considerable proactive local resolution and much wider collaboration regarding future concerns to both public health and conservation biology.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3390/vetsci13020200. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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