Fauna em Foco Science

Romney Edwards‐Francis, Jeremy J. Kiszka, Michael Ingram, Pieter Demmers, Jacinta Shackleton, Eric A. Ramos, Asia O. Armstrong · Ecology and Evolution · 2026

Repeated Observations Suggesting Kleptoparasitism by a Common Bottlenose Dolphin (Tursiops truncatus) on the Great Barrier Reef

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

O cleptoparasitismo, o roubo deliberado de alimento de outros animais, é uma tática de forrageamento comum, porém geralmente facultativa, utilizada por muitos táxons. Raramente tem sido documentado em espécies aquáticas, particularmente mamíferos marinhos. Aqui, apresentamos evidências observacionais de cleptoparasitismo iniciado por um golfinho-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) em liberdade na Ilha Lady Elliot, na porção sul da Grande Barreira de Corais, Austrália. Entre 2021 e 2025, observações subaquáticas oportunistas e gravações em vídeo documentaram 11 interações cleptoparasitárias nas quais um golfinho individual mirou especificamente no xaréu-olhudo (Caranx sexfasciatus), perseguiu-o até que ocorresse regurgitação, consumindo a presa expelida ou seus restos enquanto o xaréu nadava. Utilizando fotoidentificação, todas as observações foram confirmadas como envolvendo o mesmo golfinho. O golfinho produziu intensos cliques de ecolocalização e sons tonais de baixa frequência (LFTS, duração média = 0,88 ± 0,51 s, intervalo = 0,36-2,14 s). Com base na análise dos vídeos, após a perseguição e a produção dos cliques e LFTS, o xaréu regurgitava sistematicamente sua presa, que era subsequentemente consumida pelo golfinho. Essas observações representam a primeira descrição detalhada de cleptoparasitismo em cetáceos, e especulamos que a regurgitação induzida possa funcionar como uma alternativa energeticamente eficiente à predação independente. Os resultados destacam a plasticidade comportamental dos delfinídeos e reforçam a probabilidade de que táticas de forrageamento raras ou novas em cetáceos permaneçam subnotificadas devido a limitações observacionais.

Resumo original em inglês

ABSTRACT Kleptoparasitism, the deliberate theft of food from other animals, is a widespread but usually facultative foraging tactic used by many taxa. It has rarely been documented in aquatic species, particularly marine mammals. Here, we present observational evidence of kleptoparasitism initiated by a free‐ranging Common Bottlenose Dolphin (Tursiops truncatus) at Lady Elliot Island in the southern Great Barrier Reef, Australia. Between 2021 and 2025, opportunistic underwater observations and video recordings documented 11 kleptoparasitic interactions in which an individual dolphin targeted specific Bigeye Trevally (Caranx sexfasciatus), pursued them until regurgitation occurred, and consumed the expelled prey or prey remains while the trevally swam away. Using photo‐identification, all observations were confirmed to involve the same individual dolphin. The dolphin produced intense echolocation click trains and low‐frequency tonal sounds (LFTS, mean duration = 0.88 ± 0.51 s, range = 0.36–2.14 s). Based on video samples analysed, following pursuit and the production of clicks and LFTS, the trevally systematically regurgitated its prey, which was subsequently consumed by the dolphin. These observations represent the first detailed description of kleptoparasitism in cetaceans, and we speculate that induced regurgitation may function as an energetically efficient alternative to independent predation. The findings highlight the behavioural plasticity of delphinids and underscore the likelihood that rare or novel foraging tactics in cetaceans remain underreported due to observational limitations.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1002/ece3.74270. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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