Fauna em Foco Science

Juliana P. Tribucci, Letícia R. Inamassu, Maria Jaqueline Mamprim, Tais Harumi C. Sasahara, Bruno Cesar Schimming · Pesquisa Veterinária Brasileira · 2026

Retrospective study of fractures in the white-eared opossum (Didelphis albiventris) from 2020 to 2024

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

RESUMO: Fraturas são um problema importante em gambás-de-orelha-branca encontrados em ambientes urbanos, e o conhecimento da localização das fraturas é de grande importância para o sucesso do atendimento veterinário desse marsupial, visando a uma cicatrização eficaz. Devido à proximidade dos centros urbanos com áreas florestais, o contato entre humanos e a vida selvagem, especialmente marsupiais, torna-se cada vez mais intenso. Dessa forma, animais silvestres, como o gambá-de-orelha-branca (Didelphis albiventris), são cada vez mais atendidos em centros veterinários. Assim, o objetivo deste estudo foi relatar a série de casos de fraturas dessa espécie de marsupial atendidos e radiografados no Hospital Veterinário, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Campus de Botucatu, no período de 2020 a 2024. Essa análise mostrou que, entre os 93 animais registrados nesse período, 38 (40,8%) apresentaram fraturas, sendo que 44,7% ocorreram durante a primavera. O estudo também mostra que a principal causa das fraturas foram ataques de cães, correspondendo a 15 casos (39,4%). Quanto à localização anatômica, do total de 88 fraturas, o grupo ósseo mais afetado foi a coluna vertebral, com 15 fraturas (17%), seguido das costelas e mandíbula, cada um com 14 fraturas (16%). Com base nos resultados deste estudo, sugere-se que durante esse período retrospectivo o número de fraturas em gambás-de-orelha-branca foi maior na primavera devido a ataques de cães, resultando principalmente em fraturas de costelas. Diante desses dados, novas pesquisas sobre estratégias de mitigação para diminuir o risco de fraturas devem ser consideradas.

Resumo original em inglês

ABSTRACT: Fractures are a major problem in opossums found in urban environments, and knowledge of fracture location is of great importance for the success of veterinary care for this marsupial, aiming for successful healing. Due to the proximity of urban centers to forested areas, contact between humans and wildlife, especially marsupials, is increasingly intense. Therefore, wild animals, such as the white-eared opossum, are increasingly treated at veterinary centers. Thus, the objective of this study was to report the case series of fractures of this marsupial species treated and radiographed at the Veterinary Hospital, School of Veterinary Medicine and Animal Science, São Paulo State University (Unesp), Botucatu Campus, from 2020 to 2024. This analysis showed that of the 93 animals registered during this period, 38 (40.8%) presented fractures, with 44.7% occurring during the spring. The study also shows that the main cause of the fractures was dog attacks, accounting for 15 cases (39.4%). Regarding anatomical location, out of a total of 88 fractures, the most affected bone group was the vertebral column with 15 fractures (17%), followed by the ribs and mandible, each with 14 fractures (16%). Based on the results of this study, it is suggested that during this retrospective study period, the number of fractures in white-eared opossums was higher in the spring due to dog attacks, which resulted in rib fractures. Given this data, further research into mitigation strategies to decrease the risk of fractures should be considered.

Espécies citadas

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1590/1678-5150-pvb-7736. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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