Fauna em Foco Science

Igor Silva Silito, Matheus Pasini-Martins, Isabella Pereira Pesenato, Marcelo Bahia Labruna, Márcio Botelho de Castro, Liz de Albuquerque Cerqueira, Thiago Fernandes Martins · Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária · 2026

Ticks on wild vertebrates necropsied in a veterinary pathology service in central Brazil: species richness and pathogen screening

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

Durante 2022-2024, carcaças frescas de 35 animais silvestres do estado de Goiás e do Distrito Federal, ambos no centro do Brasil, foram enviadas ao serviço de patologia veterinária da Universidade de Brasília. As carcaças foram examinadas para a presença de carrapatos, os quais foram coletados e enviados ao laboratório para identificação taxonômica. Um total de 541 indivíduos de carrapatos foi coletado das seguintes espécies hospedeiras: aves – arma-de-fogo (Aramides cajaneus) e cangapolim (Cariama cristata); mamíferos – ouriço-cacheiro (Coendou prehensilis), gambá-preto (Didelphis albiventris), capivara (Hydrochoerus hydrochaeris), tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), macaco-prego (Sapajus libidinosus), veado-mateiro (Subulo gouazoubira) e anta (Tapirus terrestris). Foram identificadas nove espécies de carrapatos: Amblyomma brasiliense, Amblyomma dubitatum, Amblyomma longirostre, Amblyomma nodosum, Amblyomma ovale, Amblyomma sculptum, Amblyomma triste, Ixodes loricatus e Rhipicephalus microplus. Relatamos aqui, pela primeira vez, ninfas de A. dubitatum em Aramides cajaneus e Tapirus terrestris; assim como o primeiro registro de A. brasiliense na região Centro-Oeste do Brasil. Análises moleculares revelaram a presença do patógeno humano Rickettsia parkeri cepa Atlantic rainforest em A. ovale, e os seguintes agentes de patogenicidade desconhecida: Rickettsia amblyommatis em A. longirostre; Rickettsia bellii em A. longirostre, A. nodosum e I. loricatus; Rickettsia sp. cepa COOPERI em A. nodosum; e ‘Candidatus Allocryptoplasma sp.’ em A. nodosum*.

Resumo original em inglês

Abstract During 2022-2024, fresh carcasses of 35 wild animals from Goiás state and the Federal District, both in central Brazil, were sent to the veterinary pathology service of the University of Brasília. The carcasses were examined for the presence of ticks, which were collected and sent to the laboratory for taxonomic identification. A total of 541 tick specimens were collected from the following host species: birds – Aramides cajaneus and Cariama cristata; mammals – Coendou prehensilis, Didelphis albiventris, Hydrochoerus hydrochaeris, Myrmecophaga tridactyla, Sapajus libidinosus, Subulo gouazoubira and Tapirus terrestris. Nine tick species were identified: Amblyomma brasiliense, Amblyomma dubitatum, Amblyomma longirostre, Amblyomma nodosum, Amblyomma ovale, Amblyomma sculptum, Amblyomma triste, Ixodes loricatus, Rhipicephalus microplus. We report here, for the first time, nymphs of A. dubitatum on A. cajaneus and T. terrestris; as well as the first record of A. brasiliense in the Central-Western region of Brazil. Molecular analyses revealed the presence of the human pathogen Rickettsia parkeri strain Atlantic rainforest in A. ovale, and the following agents of unknown pathogenicity: Rickettsia amblyommatis in A. longirostre; Rickettsia bellii in A. longirostre, A. nodosum and I. loricatus; Rickettsia sp. strain COOPERI in A. nodosum, and ‘Candidatus Allocryptoplasma sp.’ in A. nodosum.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.1590/s1984-29612026001. Ler o artigo completo na fonte ↗

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Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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