Fauna em Foco Science

D. Katterine Bonilla-Aldana, Jorge Luis Bonilla-Aldana, Dayana M. Calle-Hernández, Jaime E. Castellanos, Jaime E. Castellanos, Lysien Zambrano, Alfonso J. Rodriguez-Morales, Alfonso J. Rodriguez-Morales · Frontiers in Veterinary Science · 2026

Yellow fever virus infection in non-human primates: a systematic review and meta-analysis of prevalence, seroprevalence, and epizootic case reports (1950–2025)

Resumo em português

Tradução automática. Este texto foi traduzido do inglês por inteligência artificial a partir do resumo original do artigo. Pode conter imprecisões em termos técnicos e nomes de espécies. Consulte sempre o texto original e o artigo completo antes de citar, aplicar ou tomar decisão baseada neste conteúdo.
Licença desta tradução. Tradução automática para o português, obra derivada do resumo original. O texto foi alterado em relação ao original. O original é CC BY 4.0, com atribuição aos autores. CC BY 4.0.

IntroduçãoA febre amarela continua sendo uma importante doença viral transmitida por mosquitos, de interesse global para a saúde pública e ecológica. Os primatas não humanos (PNH) são centrais para o ciclo de transmissão silvestre e atuam como sentinelas fundamentais da circulação viral. No entanto, as evidências sobre a infecção pelo vírus da febre amarela (VFA) em PNH estão dispersas e não foram sintetizadas de forma abrangente.ObjetivoRevisar sistematicamente e realizar meta-análise dos dados globais sobre a prevalência e soroprevalência da infecção por VFA em PNH, além de resumir achados moleculares, clínicos e patológicos dos casos epizoóticos relatados.MétodosRealizamos uma busca sistemática nas bases Scopus, PubMed, Web of Science e SciELO para estudos publicados entre 1950 e 2025, seguindo as diretrizes PRISMA. Estudos observacionais que reportaram prevalência ou soroprevalência do VFA em PNH foram incluídos nas análises quantitativas, e relatos individuais de casos foram analisados separadamente. Meta-análises de efeitos aleatórios foram realizadas, com análises por subgrupos segundo região geográfica, método diagnóstico e gênero de primata.ResultadosTrinta e nove artigos avaliando 7.183 PNH atenderam aos critérios de inclusão; 28 contribuíram para as meta-análises, e 10 forneceram 19 relatos individuais de casos. A prevalência molecular combinada por RT-PCR foi de 30,7%, e a prevalência por imuno-histoquímica foi de 43,4%, ambas com alta heterogeneidade entre os estudos. As estimativas de soroprevalência variaram de 5,0 a 36,4% entre os métodos e ambientes avaliados. Valores maiores dos indicadores de infecção foram observados em bugios e macacos-titi. Todos os casos individuais relatados foram fatais e predominantemente associados a patologia hepática severa e multisistêmica. A maioria dos dados provém das Américas, especialmente do Brasil, com representação limitada das regiões endêmicas da África.ConclusãoA infecção por VFA em PNH é ampla, frequentemente grave e epidemiologicamente relevante. Nossos achados reforçam o papel crítico dos PNH como sentinelas e destacam a necessidade de fortalecer sistemas integrados de vigilância One Health para informar estratégias de prevenção e controle, particularmente no contexto do ressurgimento atual da febre amarela na América Latina e das persistentes lacunas de dados na África.

Resumo original em inglês

IntroductionYellow fever remains a major mosquito-borne viral disease of global public health and ecological concern. Non-human primates (NHPs) are central to the sylvatic transmission cycle and serve as key sentinels of viral circulation. Yet, evidence on yellow fever virus (YFV) infection in NHPs is dispersed and has not been synthesized comprehensively.ObjectiveTo systematically review and meta-analyze global data on the prevalence and seroprevalence of YFV infection in NHP, and to summarize molecular, clinical, and pathological findings from reported epizootic cases.MethodsWe conducted a systematic search of Scopus, PubMed, Web of Science, and SciELO for studies published between 1950 and 2025, following PRISMA guidelines. Observational studies reporting YFV prevalence or seroprevalence in NHPs were included in the quantitative syntheses, and individual case reports were analyzed separately. Random-effects meta-analyses were performed, with subgroup analyses by geographic region, diagnostic method, and primate genus.ResultsThirty-nine articles assessing 7,183 NHP met the inclusion criteria; 28 contributed to meta-analyses, and 10 provided 19 individual case reports. Pooled molecular prevalence by RT-PCR was 30.7%, and prevalence by immunohistochemistry was 43.4%, both with substantial between-study heterogeneity. Seroprevalence estimates ranged from 5.0 to 36.4% across assays and settings. Higher infection metrics were observed in howler monkeys and titi monkeys. All reported individual cases were fatal and predominantly associated with severe hepatic and multisystemic pathology. Most data originated from the Americas, particularly Brazil, with limited representation from African endemic regions.ConclusionYFV infection in NHP is widespread, often severe, and epidemiologically significant. Our findings underscore the critical sentinel role of NHPs and highlight the need to strengthen integrated One Health surveillance systems to inform prevention and control strategies, particularly in the context of the current resurgence of yellow fever in Latin America and persistent data gaps in Africa.

Fonte e licença. Publicado sob CC BY. DOI: 10.3389/fvets.2026.1798623. Ler o artigo completo na fonte ↗

O texto completo do artigo permanece na fonte.

Dados de terceiros. Metadados bibliográficos do Europe PMC, DOAJ, Crossref e OpenAlex. Taxonomia do GBIF — Global Biodiversity Information Facility, Backbone Taxonomy sob CC BY 4.0.

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